Eu odeio pobre

É complicado falar isso, pois não é concenso entre os viventes o significado da palavra pobre. Para efeito neste post, pobre é a pessoa que não tem nada na cabeça, quase sinônimo de ignorante, mostra-se em mais número entre as classes sociais mais baixas. Evitar a generalização é essencial para o não revoltamento instantâneo dos pseudo-bons-humanos. E agora um fato que ilustra porque odeio pobre.
Domingo a família embarcou em programa de índio na busca por um local para o dia 31 – passar final do ano com família, disso não abro mão. Acabamos por cair num local qualquer longe da zona urbana de Ponta Grossa (São Jorge, para os que por ventura conheçam). Lá havia um cara vendendo bebidas, e meu pai em conversa com o sujeito ficou sabendo que alguns retardados haviam comprado dezenas de cervejas e disseram que não iriam pagar. Não é interessante julgar o cara agora, pela forma de venda, não sei de detalhes. Mas enfim, o “público” do local era composto essencialmente pela raça de farofeiros: pessoas comendo no chão com cachorros no colo, crianças jogadas pelos cantos, Kadet e outros carros disputando quem tinha o som maior para tocar sertanejo ou funk, além de outras coisas indescritíveis para este blog (talvez em um blog erótico-bizarro).
Enfim, foi mais um fato que consolida meu pré conceito sobre pessoas pobres em festa. Longe de mim dizer que eles não podem se divertir, jamais afirmaria que são inferiores que eu, etc. Mas pessoas que compram e não pagam, pessoas que deixam os filhos jogados num local em que dezenas já morreram, afogados ou por traumas causados por quedas nas pedras, são pessoas que não merecem mais que um pingo de respeito.
