No que você investe? Com quem aprendeu a investir? Você busca novas informações a respeito de investimentos? Busca oportunidades diariamente? Faz as contas?
O breve vídeo do Dinheirama nos traz essa reflexão a respeito do dinheiro. Mostrando que a maioria dos jovens já busca informações na internet, mas que uma boa parcela ainda prefere se ater ao conhecimento da sua família quando o assunto é investimento.
Você deve ter algum conhecido que já disse “imóveis são o melhor investimento”, ou que “bolsa de valores é cassino”, não é verdade? Pois bem, aqueles que permanecem grudados à visão dos mais velhos podem perder grandes oportunidades. O motivo é simples, nunca existiu tanta oportunidade de investimento barata e ao alcance de todos.
Aprenda, informe-se, invista consciente. O Dinheirama é uma excelente fonte de informação pra isso!
Dez empresas controlam quase a totalidade de produtos que são vendidos no supermercado mais próximo da sua casa, e da casa de um americano qualquer, e de um europeu qualquer. Veja a imagem em tamanho maior.
Na economia, Oligopólio (do grego oligos, poucos +- polens, vender) é uma forma evoluída de monopólio, no qual um grupo de empresas promove o domínio de determinada oferta de produtos e/ou serviços, como empresas de mineração, alumínio, aço, construtores automóveis, cimentos, laboratórios farmacêuticos, aviação, comunicação e bancos.
Corresponde a uma estrutura de mercado de concorrência imperfeita, no qual o mercado é controlado por um número reduzido de empresas, de tal forma que cada uma tem que considerar os comportamentos e as reações das outras quando toma decisões de mercado.
No oligopólio, os bens produzidos podem ser homogéneos ou apresentar alguma diferenciação sendo que, geralmente, a concorrência se efectua mais ao nível de factores como a qualidade, o serviço pós-venda, a fidelização ou a imagem, e não tanto ao nível do preço.
As causas típicas do aparecimento de mercados oligopolistas são a escala mínima de eficiência e características da procura. Em tais mercados existe ainda alguma concorrência, mas as quantidades produzidas são menores e os preços maiores do que nos mercados concorrenciais, ainda que relativamente ao monopólio as quantidades sejam superiores e os preços menores.
Quase 25% da população está desempregada (figura: El País)
Mais de metade dos jovens não tem emprego (figura: El País)
Enquanto o governo anuncia novas medidas para conter o déficit das contas públicas, como aumento de impostos e fim de benefícios sociais, a taxa de desemprego continua sua escalada impressionante desde o começo de 2008, quando alcançou um nível historicamente baixo. Hoje o número de desempregados no país da península ibérica ultrapassa 5,6 milhões e atinge quase 25% da população. Entre aqueles menores de 25 anos o nível mostra alarmantes 52%.
O futuro da Espanha – da Zona do Euro, e da Europa – está numa delicada corda bamba. De um lado o governo tenta segurar a corda como pode, do outro lado o mercado segura exigindo cortes nos gastos públicos, corte em benefícios sociais, aumento do tempo para aposentadoria, diminuição das aposentadorias, etc. No meio, balançando na corda está a população dos PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha).
A corda arrebenta no lado mais fraco, como sempre, mas nessa situação qualquer lado que soltar vai causar um estrago enorme. O plano para uma Europa unida e forte contra o poderio dos EUA parece ter chegado a um fim (ou será mesmo somente uma crise?). Mas quem sai ganhando não são os norte americanos, e sim os chineses, que transferiram uma gigantesca quantia de capital para dentro das suas fronteiras – para se ter ideia, a China detém quase um terço da dívida pública dos EUA.
Parece que no futuro serão os espanhóis e outros europeus que irão trabalhar para os chineses. Pelo menos vão ter um emprego.
É incrível que um novo modelo de governo sendo testado na Islândia não seja coberto pela mídia internacional. O país que afundou completamente na crise de 2008 vem, através de seus cidadãos, tentando estabelecer novo governo que não seja capaz de permitir o arrombo financeiro causado pelos bancos do país (bancos da Islândia chegaram a ter mais lucros que o PIB do país, logo antes da crise, algo surreal). Ontem, o ex-Primeiro Ministro do país foi acusado e terá que pagar uma multa por conivência em todo o caso, entretanto, três outras acusações mais graves contra ele foram dispensadas.
Enquanto isso, no Brasil, o governo incentiva o sistema norte americano de investimentos imobiliários que se mostrou falido (empréstimos para quem já tem onde morar, hipotecas sobre imóveis não financiados, etc). A bolha já demasiadamente inflada não estoura porque o governo não para de jogar incentivos no mercado, empurrando para o futuro uma crise de sabe-se lá quais proporções.
Infelizmente o Brasil é muito maior que a Islândia e a possibilidade de um novo sistema de governo emergir do povo é praticamente impossível.