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Ouvi na Bloomberg

Motoqueiro Fantasma

O presidente da General Motors do Brasil é um japonês, ou chinês, ou coreano ou tailandês. Bem, tem olhos puxados, é originado de lá do outro lado do mundo.

Numa entrevista para a Bloomberg ele respondeu com seu português aprendido com diversos “pobrema” “gineal motos” e outras coisas engraçadas. Mas isso não é digno de risadas tanto quanto a entrevista feita com um consultor.

A Standart&Poors (não sabe o que é? procure no Google) setou uma nota BB+ para o Brasil. Isso significa que o país está, economicamente, em bons lençóis frente a outros emergentes, que nunca emergem.

Então o cidadão disse que era positivo e toda aquela caracteristica encheção de linguiça economica e no fim disse algo como:

Melhor essa nota do que se fosse uma Big Brother, BBB.

A pessoa estuda muito na vida e se torna um bom empregado. Depois de milhares de ordens recebidas ele ganha respeito. Para num dado momento da vida fazer uma comparação ridícula em uma entrevista. O que ele merece?

Johnny Blaze diria “You are guilty”. Tenho certeza.

Postado em 15/3/2007 por rslonik

5 Comentários to “Ouvi na Bloomberg”

gnomo 15/3/2007 às 10:30 am

Apesar de quando eu ter lido BB+ eu ter pensado no Big Brother, esse comentário foi realmente infeliz.

Leo Paiva 15/3/2007 às 11:58 am

Pessoas que estudam são diferentes das que assistem/gostam do BBB…

Que frase infeliz. Ainda bem que ele não me aconselha financeiramente.

Abraços!

gnomo 15/3/2007 às 4:30 pm

Apesar de quando eu ter lido BB+ eu ter pensado no Big Brother, esse comentário foi realmente infeliz.

Leo Paiva 15/3/2007 às 5:58 pm

Pessoas que estudam são diferentes das que assistem/gostam do BBB…

Que frase infeliz. Ainda bem que ele não me aconselha financeiramente.

Abraços!