A viagem final S01E01

Um grupo de pesquisas da NASA detectou com alguma certeza que o Sol terá sua trajetória afetada durante seu próximo movimento de translação na galáxia. E que num período entre 200 e 300 milhões de anos a vida será extinta devido a alteração gravitacional que o Sol sofrerá. A radiação intensa de estrelas de outras galáxias irão impossibilitar qualquer tipo de vida neste sistema solar.
Não é verdade mas é possível. E pensei que dava uma boa série americana. Na primeira temporada o ser humano iria descobrir e testar a possibilidade (bom mesmo seria uma catástrofe mais imediata, digamos, uns 500 mil anos). Organizações secretas, levas de cientistas no sub-solo americano, presidentes, atores (termo no sentido acadêmico) desconhecidos com mais poder que qualquer instituição, etc.
A segunda temporada começaria 300 mil anos no futuro. Temos colônias vagando pelo sistema solar, colônias na Lua e em Marte, e profundo conhecimento nas áreas da biologia, astronomia e outras relacionadas a tentativa de exceder os limites do sistema solar. No final da temporada os seres humanos começariam a morrer aos montes, a Terra, no último episódio, seria atingida por uma onda de radiação mortal, já era a vida em nosso planeta natal.
A terceira temporada aconteceria no limite, 552 mil anos a frente do dia em que engenheiros humanos descobriram a catástrofe iminente. Os próximos 50 mil anos seriam o derradeiro fim da raça humana e da vida no sistema solar. Eis então que os humanos desenvolvem tecnologia e capacidade biológica para viajar a velocidades acima da luz (não me pergunte como). Grandes naves são produzidas e partimos para fora do sistema solar em busca de outro lugar para chamar de casa.
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foto: SkyChen.
