Alguém já ouviu falar em twitter?

Isso aqui não é diarinho, e mesmo sendo fosse não estaria sendo regularmente atualizado porque não acontecem fatos de interresantes na minha vida de piá. Daí resta uma porcaria ou outra para ser dejetada, e como o momento é twitter que está na modinha entre o bando de manés, é dele que falarei novamente.
Veja o registro abaixo entregue por um serviço qualquer, o qual demostra que dezenas de pessoas não gostaram da idéia de me seguir sem que eu as si-ga-lás.

Uma galera desses usa o follow e unfollow como se fosse um interruptor de luz. Com um grande porém, são CIENTISTAS DE INTERRUPTOR DE LUZ, pois sempre que perguntados respondem assim:
ESTOL FAZENO ESPERIÂNCIA QUI RS…
Ok. A ciência deve progredir. Procedam com suas experiências.
Fico de cara com uma coisa
O resto de-seguiu-me pelo simples fato de que não falo coisa importante para ninguém. Mas intriga-me uma coisa, a pessoa antes de me seguir, no momento anterior de pressionar follow tem a oportunidade de ver meu histórico de twittadas [meu histórico-passado mostrando como são meus updates (twittadas)]. Então por que sabendo do que se trata, sabendo que cair de skate dói, ainda insistem em subir no esqueite?
Mistérios. Mas dizem os cientistas que a ciência se faz de perguntas. risos.
Casa de ferreiro, espeto com picanha
Enquanto ouço João Bosco e Vinícius admitirei que há muito de hipocrisia nas minhas palavras escritas neste, cujo, meu, blog. (Sim, curto o estilo do RaUL)
Eu sou conhecido por viver apenas com os proventos advindos dos meus sites e blogs. E lá no começo os mercenários eram pessoas como eu. Porque eu não prezo por qualidade, acho isso relativo, a vida é arte e arte é livre de fucking regras. Então fuck-se as regras, fuck-se a qualidade. Chamavam-me de mercenário.
Isso passou, a bolha do Manoel não estourou, e todos viveram felizes para sempre.
Daí agora a modinha é twitter. E ao invés de buscar ter mil dois mil três mil dez mil dezoito mil seguidores, eu quero ter um número qualquer. Estou nem aí se pouca ou muita gente me segue. E principalmente, sigo poucas pessoas, por ser óbvio ululante impossível acompanhar regularmente o que mais de 100 pessoas falam diariamente.
Sou o cara “ético”, “certinho”, “politicamente correto”, no twitter. E nos blogs não. Entendeu?
Mas aí, dane-se o twitter. Vão ler alguma notícia relevante.
__
foto: Randy.
