Natal, o feriado mais capitalista, chegou novamente
Todo ano é mesma coisa. Passam mais de 300 dias e inexoravelmente chega o tão comemorado (pelos capitalistas) natal. Nele as famílias compram presentes, compram peru, compram champanhe, compram cerveja, compram nozez, compram lentilha, compram uvas, compram de tudo. A idéia de um feriado para lembrar a figura cristã de Jesus e comemorar a paz ficou isolada dentro das igrejas, passando a importar somente o material.
Fico indignado com a fúria capitalista que incentiva a futilização (algo como privatizar) este feriado. Estamos no caminho errado, destruindo o planeta e a nossa própria espécie. Deste modo, em poucas gerações os feriados como a páscoa e o natal serão marcados no calendário como datas especiais para compras e ninguém vai lembrar facilmente de onde saíram essas datas malucas. Uns vão dizer que foi por causa da Coca-Cola, como já atribuem a figura do papai noel vermelho.
Nessa correria na qual só vale a compra do mp3, do ipod, do dvd pro carro, da sandália nova, do shox mais colorido e coisas do gênero, o ser humano perde a identidade e esqueçe o sentido da existência (alguém aí lembra qual é?).
Ao invés de comprar tudo pronto e dar lucro aos mega empresários exploradores de chineses oprimidos pelo regime tirano commoncapitalist, as pessoas deveriam desenvolver suas habilidades. Começar fazendo os presentes com as próprias mãos, dar um abraço e não um sms de “te adoro”, enfim: ser responsável com o mundo e com todas as pessoas.
