O Dia em que a Terra parou: é só na ficção

Senhores colegas do planeta Terra. Estamos aqui sem saber porque, e sem saber do nosso futuro. No começo vivíamos em cavernas sucetíveis a ataques de animais e a morrer em rigorosos invernos. Hoje restringimos os animais a alguns lugares e temos combustível que nos aquece. Evoluímos tecnologicamente.
A crescente onda de “Salve o Mundo” vem com uma mensagem um tanto quanto passível de dúvida. Até que ponto podemos abdicar de evolução tecnológica sem prejudicar nosso verdadeiro futuro? Como deveria ser de senso comum, existem centenas de formas diferentes pelas quais a espécie humana pode sumir, e este seria o verdadeiro fim de tudo. A Terra ou nós?
O filme O Dia em que a Terra parou trará uma temática semelhante, pelo que pude perceber nos trailers que assisti no Judão. Parece que uma raça mais avançada que a nossa quer destruir a humanidade para salvar a Terra da destruição.
Sendo infinito menos um a chance de ETs aportarem por aqui, o filme não chega a ser ficção científica, como todo filme americano pra vender. Mas nos traz essa dúvida colocada no parágrafo anterior: a Terra ou nós?
Acredito que o ser humano precisa evoluir tecnologicamente e lidar em segundo plano com as consequências. Devemos nos espalhar pelo espaço o mais rápido possível, é o único futuro possível. E se precisamos ser rápidos nisso, o planeta Terra com certeza poderá não sobreviver por muito tempo, mas já teríamos perpetuado o ser humano para sempre no universo.
