Um evangélico tentou me converter

Nem a um jogo de futebol do primo de 10 anos podemos ir em paz. Os evangelizadores estão por todo lado. Chatos, bagaças, palermos, intrépidos, rufoliços, tromendinos. Este pessoal que acedita estar salvando o outro quando lhe dá a opção de orar por uma pessoa que viveu há 2 mil anos.
Jesus existiu, no meu modo de ver toda essa bagunça. Foi um cara muito persuasivo que começou nada menos do que a maior religião do planeta. É como se a cientologia daqui a dois mil anos fosse a religião dominante, Tom Criuse seria um dos profetas ;D. Aquela coisa de milagres, por mais tentador que seja no caso específico do vinho, é tudo efeitos especiais.

Pois bem, o cara puxou papo falando sobre o governo. O segundo melhor gancho para se começar uma conversa – o primeiro é o velho “será que chove hoje?”. Papo tava bom até que começou um depoimento. Dizendo que a vida dele era de festas e farra. Mas nada deixava-o tranquilo. Até o momento em que começou a participar dos cultos. Ah, os cultos.
Depois de uma hora de discussão, e 2 a 1 em campo, saí de perto do sujeito dizendo-lhe que jamais sairá da religião se a crença dele for real. Quem crê, não questiona, mas nunca terá uma verdade real. Torço para que ele não “creia” tanto, e que minhas palavras tenham plantado a dúvida na cabeça dele.
Frase elaborada depois de pensar a respeito, será um bordãozito daqui para frente:

