Depois de colégio, 5 anos de faculdade, cursos e palestras de adormecer o ouvido e alguma experiência ele está preparado para um cargo no MERCADO DE TRABALHO (Reverência, agora, todos!)…
As vezes sem muita demora, as vezes não, arruma um emprego! Começa animado, é pró-ativo, disseram muitas vezes para ele que ser pró-ativo é tudo para conseguir e manter um bom emprego; e tem muitos sonhos!
O tempo passa, o salário não aumenta conforme o trabalho e as responsabilidades e tudo vai ficando obscuro, ou melhor, vai obscurecendo o sonho que existia na cabeça dele.
Agora a moda é pegar raiva do chefe, fazer piadas sobre ele, a família dele e se ele for gaúcho, sobre a masculinidade dele, tudo isso para distrair os colegas e engavetar o ódio.
Talvez até jogue algumas de suas verdades na cara do chefe, mas, é claro, anonimamente. Agora já tem até um “wizard” bem interativo que faz a tarefa, tal de gringo.nu.
Talvez esse tipo se encaixe no tal profissionalzinho que o Mauro descreveu.













2 protocolos sobre esta medida
Comment RSS | Trackback URI
Cris Zimermann
Bom dia, Rafa!
Sei não, mas acho q tal ‘profissionalzinho’ tem nome. Dei minha opinião por lá sobre o ‘anti-profissionalzinho’ rsrs.
E quanto aos ‘irmãozinhos’, eles são sim, mas só na guerra. Americano não curte Inglês e vice-versa, sabia? Entretanto, como bons irmãos, brigam juntos hehehe. Ah, e se vc vai pra América e ‘gasta’ seu sotaquezinho britânico, tem sobrinho do tio Sam q admira. Regrinhas básicas de sobrevivência para latinos ;)
Credo, meu comment tá todo no diminutivo, culpa do ‘profissionalzinho’.
Bjsss pra ti
Escrito no dia 4/5/2006mauricio takahashi
Ser arigó é triste.
Escrito no dia 4/5/2006Todo mundo zoa do chefe, mas no fundo paga um pau (pela posição, pelo salário…) e fica quietinho quando ele está perto.
Que tristeza!!
Posts sobre o mesmo assunto que esse, ou quase:
1) Comente o texto acima. Justifique sua resposta:
Textos que tem a ver com este: