Gostaria de escrever aqui minha opinião quanto ao assunto do post do BlogueFísica:
Concordo plenamente, desde criança somos educados nesse sistema chantagioso, no qual você recebe determinado prêmio se cumprir determinadas tarefas. Devemos encontrar rapidamente alguma solução.
Mas mudar de uma hora para outra seria catastrófico, alunos que já estão inseridos neste paradigma não saberiam se comportar satisfatóriamente num ambiente sem notas. O correto seria uma mudança progressiva de cultura escolar, pela qual o aluno seria ensinado desde pequeno a aprender por sí próprio e encontrar na figura do professor alguém que lhe mostre o caminho a ser percorrido.
Infelizmente a cultura ocidental do prazer impossibilita que busquemos, de maneira instintiva, o conhecimento. Um sistema educacional bem resolvido, como em países do oriente, só é possível porque suas culturas entendem que, como seres racionais, devemos desenvolver o conhecimento, mesmo que seja uma tarefa difícil, pois no futuro haverá recompensa. Já no ocidente, busca-se prazeres instantâneos, e existe a visão de que estudar é difícil e chato, logo, estudar não é prazeroso.
E ninguém tem dúvidas que o único meio de se atingir uma sociedade melhor, sem discriminação, violência e indiferença é construindo um sistema sólido de educação escolar que ensine, além de matemática e português, a interagir na sociedade respeitando princípios éticos e morais.










maio 29th, 2006 at 9:21 am
Tranqilo Rafael?
Escrevi sobre isto, é pequeno o texto mas esse assunto é um que tenho muito interesse e vou elaborar algo melhor…
OPS ! Clica ai no link para o meu blog que tu verá o meu texto.
FALOW !
maio 29th, 2006 at 4:43 pm
[...] O tema, que foi despertado pelo Sergio após ler o texto do colunista Stephen Kanitz, foi comentado pelo Rafael e pelo Sergio Tucano. Isso merece um debate longo, mas de cara, o que todos nós concordamos é que “nem tudo o que pode ser contado, conta”. Ou seja: a nota nem sempre “avalia” o aluno. [...]
maio 29th, 2006 at 5:02 pm
Isso mesmo, Rafael, além de não existir um único tipo de inteligência, temos também a questão “nível de interesse”. O que é interessante para vc, nem sempre é para mim, o que não significa que sou burra por não entender nada daquilo que vc domina.
maio 29th, 2006 at 8:03 pm
É isso Rafael!
Criar esta transição é uma tarefa hercúlea…mas temos que dar os primeiros passos!
Quando a escola mudar o paradigma de espaço de ensino para espaço de aprendizagens… já estaremos no caminho correto.
abraços
junho 4th, 2006 at 11:39 pm
[...] O Rafael Slonik, em seu novo-Mundo, acredita que, dentre os inúmeros problemas que a educação brasileira tem, um dos maiores deles é a existência da nota. [...]