É aquela velha história, o garoto sai do interior rumo à capital para estudar e ganhar a vida.

No final do quarto mês aqui em Curitiba tenho aprendido muita coisa, não é difícil dizer que esta cidade é bonita e interessante, mas algumas particularidades que elevam o status da capital, tornando-a uma das melhores cidades do Brasil, e quem sabe do mundo, estão distorcidas; ou, no mínimo, não são lá aquelas coisas.

Começe-mos por onde? Ônibus!
O maior diferencial são as estações tubo, dos amigáveis “ligeirinhos”; pára, encosta a plataforma no tubo, o pessoal entra, ônibus sai, tudo meio automático, bunitinho; porém a demanda de algumas linhas em determinados horários complica a situação. O “Inter2″, uma das linhas que literalmente roda a cidade toda, tem até apelido: O Falcão Prateado. Visite a comunidade no orkut para mais detalhes. Nem vou tocar no assunto dos “Pontos Grátis”, os portões do inferno.
Europa!?
No centro e redondezas, assim como em pontos estratégicos, tudo é maravilha; ruas limpas e conservadas, muitas árvores, sinalização de primeira, até tótens informativos já existem. Por outro lado, os bairros estão entregues aos “vileiros” - leia-se “maloqueiros”, mas há controvérsias que serão discutidas em futuro post - pixações não são nada, relatos confirmam até uma cena inusitada: um homem surrando duas mulheres, uma delas porque se meteu a defender a amiga.

Além disso, reza a lenda que em dia de Atletiba (AtléticoPR x Coritiba) a administração pública assiste atônita ao quebra-quebra de seu patrimônio. Outra coisa que merece destaque é a fama de certas localidades que inspiram relutância só pelos nomes, como é o caso da Vila Pinto.

Por aí segue, mais pra frente escrevo outro post, fique no aguardo.

Um último aviso: se andar pelo centro e ver um homem quase pelado empurrando uma bicicleta, não se preocupe, é o Oilman!