
Cada cultura que cuide do seu rabo, mas os franceses valorizam o deles demais.
Quando há algumas décadas veio a revolução técnológica e o computador, eles criaram seus próprios aparelhos. Mesmo que tenha dado certo a tal “lista telefônica” que não lembro o nome, o computador conseguiu penetrar-se na França. Eles viram seu rabo sendo atacado
e correram para criar uma palavra para aquela máquina que era computer nos EUA. Ordinateur foi o rótulo escolhido.
Ultimamente mais e mais palavras americanas batem à porta de nossos computadores, e como é de se esperar, algumas são utilizadas como são e outras são adaptadas, vide podcast e deletar, respectivamente. Esta onda de palavras não abateria o nacionalismo - até certo ponto xenófobo - dos franceses, portanto criaram uma palavra para substituir podcast: baladodiffusion.
Que aberração, não é? Uma língua tão bela dar cria a uma palavra desajeitada e compicada é muito triste. O cognitivo dos baladeiros está na tentativa de descobrir qual é a dessa “difusão de baladas”, “deve ser irado!”.









dezembro 1st, 2006 at 1:06 pm
Tente traduzir walkman para portugues. Fica ou “andador”. Então em frances e a mesma coisa: andar quer dizer balader, então o aparelho aqui se chama baladeur. Acho uma pena que no Brasil as pessoas não liguem para a lingua e não sejam tão inventivos como os Franceses.
dezembro 7th, 2006 at 8:26 pm
Orra! Os franceses são xenofóbicos? e os merdas odiáveis dos NORTE-americanos?
pior que isso é a BandNews, a Band, Globo, SBT e Record falando “americanos” para os disgraçados. Os filhos da mae tao matando gente inocente no Iraque por petróleo e ainda se acham os únicos seres humanos no Continente Americano. Por isso eles são os “americanos”, aqueles que vivem na “América” (EUA).
O que você estava falando? Xenofobismo na França?
dezembro 8th, 2006 at 8:05 am
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