Esqueleto do Pacman
Blogodependente
O assunto é legal. E com o português de portugal ficou muito engraçado! Mete na boquinha, chupas, mas não trinca!
Ovelha antisocial
Um espetáculo esse vídeo.
Qual é o destino do pendrive?
O Primeiro Concurso Cultural do novo-MUNDO Associated & Corporation Company foi um sucesso de audiência, criatividade e tours pela maionese. Como o jogo é meu vou mudar as regras. Serão 8 e não 5 comentários para disputar o pendrive através da opinião de vocês. 1- Anderson: Abra uma conta no Google Earth Maxi Pro Plus Advanced no ano de 3096. Faça o login como god_almigthy, e com a senha bigbang. Pronto! É só começar a construir e modelar seu próprio planeta e ecossistema. Agora vê se capricha, porque os últimos usuários não foram muito felizes… 2- Anderssauro: Simples, com uma super George Foreman World! 3- PesT: Criar um site “web2.0″ youlife , e pedir para os usuarios postarem suas arvores, bichanos, experiencias e tudo o que tiver valor. Aquilo que tiver maior relevancia ou mais votos é apresentado ao “novoMundo”. 4- MaWá: Finja que é uma barata. Seu mundo será totalmente novo (e kafkiano). 5- Cacau Calazans: Isso é fácil. Digite como vc gostaria que fosse o seu NEW WORLD , mas não esqueça que você deve usar fonte arial, tamanho 12. Ao terminar salve e pronto. Novo mundo criado 6- Mário Yanase: -Ei, pequeno Chuck Norris, faz uma bolinha pra mamãe, faz. 7- Noelle Page: Transformando todos os dias em sábados e domingos, para que possamos assitir a programas que alteram o nosso material genético, como: - Sabadaço; E por aí vai… Porcarias visuais que só enaltecem o que há de mais medíocre no ser humano. Sinceramente, retirando esses programas do ar, poderíamos tentar começar novamente. 8- Arthur Corradi: Como Criar um Novo-Mundo? Em primeiro lugar, é preciso ter consciência de que isso só seria possível tendo poderes sobrenaturais. O mundo é grande, enorme, vastíssimo. São 5,10072 x 10*8 kilômetros quadrados, quase 7 bilhões de seres humanos e zilhões de seres vivos entre milhões de espécies, o que significa que ele é tão grande, mais tão grande, tão exageradamente, tão absurdamente, tão infinitamente e tão estonteantemente grande que um ser zilhões de vezes menor que isso querer criar um Novo-Mundo é, no mínimo, patético. Ou seja, primicía nº1: criar um Novo-Mundo é impossível. E sem essa de que “devemos ser a mudança que queremos ver no mundo”, pois isso no máximo pode mudar - e olhe, olhe - o *nosso* mundo, mas o mundo *como um todo*, não. Aceito esse triste fato, e tendo plena consciência de que tudo de agora em diante é sonho, fé e fantasia, vamos em frente. E se fóssemos deuses, como poderíamos criar um Novo-Mundo? Há várias formas possíveis, a mais preguiçosa delas seria simplesmente chegar e dizer “Que se faça um Novo-Mundo!”, e haveria um Novo-Mundo, e veríamos que ele era bom, e estaria tudo certo (afinal, se eu sou um deus, sou onipotente, e se tudo posso, seria só pensar e.. abracadabra!), mas aí não teria graça e eu não ganharia esse pendrive. (:(:(: Então.. Vamos pôr um pouco de pimenta nessa história (sorry, eu sei que era pra ser um “comentário em poucas linhas”, mas……). Para criar um Novo-Mundo, seria preciso, no mínimo, destruir o Velho-Mundo. Sim, porque este mundo é tão maldito, cruel e filho da puta que, se a gente criasse um Novo-Mundo anos-luz daqui, um dia os habitantes do Velho-Mundo iriam acabar nos encontrando por aí, nos colonizando, e aí já viu.. Precisaríamos, antes de qualquer coisa, acabar com o mal pela raiz, de forma definitiva e cruel. Haveria muitas formas de fazer isso, eu poderia, por exemplo, fazer cair um gigantesco meteoro, mas com os dinossauros foi a mesma coisa e parece que não foi uma boa idéia.. Eu poderia tentar também uma destruição nuclear em massa, mas aí sobrariam as baratas, e neste Novo-Mundo não pode sobrar vestígio algum do que existia antes.. Assim, me restaria somente uma solução, que seria tirar aquilo que foi o começo de tudo: a luz. Sem luz, sem energia. Sem energia, sem metabolismo. Sem metabolismo, sem vida. Sem vida, adiôs Velho-Mundo. Bingo! Então, eu, Deus onipresente, onipotente e onisciente, diria em bom e alto som “Que se extinga a Luz!”. E não haveria mais luz, e, em questão de pouquíssimo tempo, também não haveria mais esse velho mundo maldito. Sem vestígios de vida, eu poderia destruir a carcaça do Velho-Mundo como eu bem quisesse.. Poderia pegá-lo, como uma bola de beisebol, e arremessar direto para o sol, e vê-lo queimar bonitinho. Mas -ei! - não temos Sol, porque não temos mais luz! Agora que tudo estava terminado para a vida naquele mundo maldito, eu poderia sem problemas trazer de volta a luz. Assim, eu, Deus, diria: “Que haja luz!”. E haveria luz novamente. E eu diria que a luz era boa e toda aquela frescura.. E jogaria aquele resto-de-mundo no sol, e ele viraria pó, e tudo ficaria numa boa. Esse seria o primeiro dia. Só no segundo dia é que começaríamos, de fato, a construção do Novo-Mundo. Então eu criaria o dia, a noite, as porções de terra, as águas, as montanhas, e absolutamente tudo que deveria existir entre o céu e a terra. Veja que Deus fez isso tudo em muito mais tempo, mas eu faria questão de fazer tudo isso em um só dia.. E porquê? Porque eu poderia descansar no terceiro, no quarto, no quinto, até o sétimo dia. E ordenaria que, em respeito a mim, os futuros habitantes daquele Novo-Mundo fizessem o mesmo, e portanto estariam todos proibidos de trabalhar na terça, na quarta, até o sábado, e ainda eu soltaria uma Medida Provisória colocando o domingo e a segunda como ponto-facultativo. Ou seja, não haveria trabalho, pois o trabalho é um mal crônico do Velho-Mundo, e deve ser evitado. No finzinho de tarde do segundo dia, já estaria feita a luz, o dia, a noite, as terras e as águas, as montanhas, as cachoeiras de Coca-cola, e toda a infra-estrutura básica do nosso Novo-Mundo. Faltaria somente.. a vida. E eu não a criaria. Ou melhor, criaria algumas, apenas. Passarinhos e outros animais bonitinhos, por exemplo, só para enfeitar o Novo-Mundo. Não criaria nenhum ser que fosse “a minha imagem e semelhança”. Seria burrice, imagine só, eu, Deus, com um Novíssimo-Mundo recém-criado, sem confusão, sem egos, na mais perfeita harmonia, criar concorrência. Para quê? Para competir comigo por água, comida, e pelas melhores sombras? E, depois de tudo que eu havia feito por esses infelizes, eles virem na cara-dura e dizer que eu, vosso criador, não existo, ou, pior, que existo para matar as criancinhas que eles próprios criam e não cuidam? Eu não. Homens fizeram um estrago terrível no Velho-Mundo, e o Novo-Mundo deve se manter longe deles. Para não ficar na solidão, o que seria muito chato, talvez eu criasse um outro ser, só para poder viver pelo hedonismo, algo como a mulher, mas com menos estrias, menos malícia e com poderes mais limitados, para que ela não tivesse a mínima chance de fazer os mesmos estragos que fazia no Falecido-Mundo. E, por fim, enxeria esse Novo-Mundo daqueles que são os seres mais perfeitosos já existentes, pois não mijam, não cagam, não fazem barulho e não poluem: árvores. Sim, o Novo-Mundo seria repleto de árvores, de todos os tamanhos, de todas as espécies! Muitas, muitas árvores para oxigenar e dar beleza a esse Novo-Mundo! E assim todos seriam felizes para sempre. Ou não. óÒ Temos Google Earth, George Foreman, Web 2.0, Baratas, Microsoft, Chuck Norris, Programas educativos de TV e pra fechar com chave de diamante: um cara que escreve como divindade, em primeira pessoa! Deixe seu comentário criativo apontando quem deve vencer. Eu escolherei o vencedor conforme os comentários mais criativos quiserem. No domingo-feira será escolhido o vencedor.
Você não precisará mais pensar em um novo-mundo, o velho mundo ficará como novo e se livrando de uma poça de gordura-social. Além de prático, de fácil manuseio e limpeza, garante uma vida saudável. Possuem revestimento anti-aderente-governantes, dispensando o uso de impeachment ou CPI. Presidentes, Governadores, Deputados e Vereadores são grelhados dos dois lados. A superfície das grelhas é levemente inclinada com canais especialmente votados para extrair a gordura-social do velho mundo. A gordura-social é canalizada para um recipiente externo chamada de quinto dos infernos!
E um novo-mundo está na mesa!
Simples, ou acham que Deus nao teve ajuda do google e suas API’s ajax pra fazer tudo em seis dias. hehe
Assim que vc ligar seu computador de manhã, acesse o MS WORLD, clique em File > New WORLD template.
- Domingo Legal;
- Domingão do Faustão;
- O Melhor do Brasil;
- A Turma do DiDi;
- Zorra Total;
Ponta Grossa, Paraná - Uma cidade que está morta
Reprodução não-autorizada de um texto cunhado por um personagem fictício no orkut. Retrata de maneira épica a situação de uma cidade dominada desde sempre por prefeitos incompetentes e uma sociedade imbecil. Vale a todos os que também nunca sequer ouviram falar desta cidade. Afinal, acaba sendo uma crítica a sociedade bizarra em que vivemos nestes dias do ano de 2007. __ A cidade de Ponta Grossa está morta. Todos nós ponta-grossenses estamos à espera de uma catástrofe natural (ou não) que sepulte de uma vez por todas esta cidade moribunda. Um vulcão em erupção, um furacão, uma enchente, tremores de terra, incêndios gigantescos, ou qualquer outra coisa que acabe com tudo de uma vez para que, com sorte, outra cidade melhor possa ressurgir. Não temos cultura. As atrações culturais que temos se resumem em espaçados eventos, ou no Cine Teatro Ópera, ou no Centro de Cultura, ou em algum outro lugar obscuro, palco de eventos obscuros, contemplados por uma minoria. Coisas das quais ninguém fica sabendo. Aqueles showzinhos daquelas bandinhas naqueles barzinhos escuros e apertados, nos quais é difícil respirar aquele ar castigado e carregado de peido, suor, vapor e fumaça de cigarro (e outros). Quando algum evento um pouquinho maior acontece por aqui, como aquele “show” da Ivete Sangalo, a caipirada toda, que nunca viu coisa igual, vende as calças para ir. Não porque gosta das músicas da mulher ou das pernas da mulher, mas porque todo mundo vai e é feio, careta, ficar em casa. O que há para se fazer nos fins de semana em Ponta Grossa além de perambular pela Av. München? No Magic? Rá! Se você for membro de alguma gangue que estiver em disputa por território ou simplesmente a fim de brigar, lá é uma boa opção. Na tal da Oxxi e Omega Hall? Bem, se você estiver der ouvir música eletrônica ensurdecedora acompanhada de luzes alucinantes, lá é um bom lugar. Ou isso ou algum outro lugar onde haja música ruim, gente besta, descolada, adolescentes alcoólatras, marginais, etc. Analisemos nossas “tribos urbanas”: temos os “góticos”, metaleiros, alguns “punks”, e o que mais? Tem mais? Os góticos são palhaços. Sim. Palhaços. Eles servem somente para fazer o mundo inteiro rir até doer a barriga. Sim, porque gótico que é gótico não vai em Shopping Center. Os caras vão lá fazer tipo às três horas da tarde, num domingo de 30º, vestidos com sobretudos pretos, botas pelos joelhos, cheios de correntes (e ferragens adicionais) penduradas pelo corpo. Isso quando não pintam as caras. Não dá pra esquecer de falar das meninas, aquelas balofas branquelas. Aquelas meninas de coragem – sim, coragem, porque pra sair por aí de mini-saia e meia arrastão, com aqueles corpos adiposos e trêmulos, tem que ter muita coragem e falta de senso de ridículo. Lamentável. Envergonham e insultam todo o movimento gótico (de verdade). Vejamos os punks: também envergonham e insultam o movimento Punk. Quantos destes caras questionam o sistema e o modo catastrófico como as coisas vão por aqui? Pouquíssimos, pra não dizer nenhum. Ponta Grossa é um terreno mais que fértil pra contestação social, contestação à autoridade, etc. Não há nada disso por aqui. Somente conformismo e alienação. Nossos “punks”, ao invés de questionar o sistema, vão na esquina do McDonalds (tem que ser piada) tomar tubão e fazer tipo com aqueles cabelos ensebados. Lamentável. Circense. E os metaleiros: aqueles carinhas com cara de malvado com camiseta do Iron Maiden, que outrora foi preta, mas, devido ao uso constante e incansável, jaz cinza e rota. Aqueles carinhas que vão nos shows daquelas bandinhas posers e super criativas, como o Land Of Souls e Fire Hunter, que estão há anos (décadas?) na mesma porcaria, pra agitar aqueles cabelos imundos e oleosos, encher o cú de pinga e fazer chifrinho com os dedos. Se o diabo quiser eles têm a sorte de vomitar as entranhas e cair pelas esquinas. Lamentável. Pândego. Ah! Não dá pra esquecer de falar aqueles camaradas, popularmente chamados de “manos”, que sem por aí com seus bonés de pipoqueiro, óculos de sol (muitas vezes à noite) coloridos, cabelos medonhos descolorados, vestidos com aquelas camisetas 37 números maiores com o número 55 bordado, com aquelas calças 57 números maiores com os fundos lá nos joelhos, de modo que faz o cara que a usa parecer estar cagado, e com aqueles tênis que parecem pantufas, 89 números maiores. Insultam e envergonham o movimento rapper e hip-hop. Infelizmente, grosso modo, o vestuário descrito acima é sinônimo de banditismo. Se você passa por um sujeito vestido assim na rua você esconde o relógio e se pergunta o que há debaixo daquela camisa gigante. Sim. Não é preconceito. É conceito. São esses caras que apedrejam ônibus, que brigam no parque ambiental, que enchem o rabo de álcool e saem fazendo zona. Por que as pessoas desta cidade não fazem zona conscientemente? Vão apedrejar a prefeitura, os postos de saúde que não funcionam, a casa do secretário de segurança, do secretário de educação, do secretário de saúde, do maldito prefeito. Façam anarquia para cobrar melhorias. Não! As pessoas aqui fazem zona porque não têm o que fazer, porque não tiveram educação ou porque o papai lhes abandou quando tinham seis anos de idade. Falando em sistema de saúde, reparem quantos mancos, aleijados, defeituosos e deformados andam pela cidade? Pobres coitados que culpa por tal condição não têm. Vítimas, produtos de desinformação, de falta de cultura, incesto e principalmente do nosso traumático, triste, pândego, pífio, circense, inútil e mais que problemático sistema de saúde pública. Pagamos impostos e dois reais pra andar nos ônibus socados de gente da VCG, que é a única empresa de ônibus da cidade por motivos misteriosos e óbvios: política, facilitação. Às 18h é impossível andar de ônibus. Ou você vai enfiado no meio de 80 pessoas mal acomodadas, fedidas e mal educadas ou vai a pé. A VCG não tem a capacidade de disponibilizar outros veículos nos horários de pico ou de limitar o número de passageiros. Não! Eles querem ganhar mais e mais sem gastar nada. É em situações assim que o povo devia apedrejar e destruir os ônibus. Ao invés de apedrejar por pura farra, como fazem os bandidos da camisa 55, deviam apedrejar por revolta com o sistema de transporte público. Por que não vão à garagem da VCG e não destroem, queimam e arruínam com os ônibus. Façamos isso até haver melhoras. Um dia, eu lhes garanto, eles aprende, pela força, a ter respeito com o cidadão que depende de ônibus. Estamos mortos, só esquecemos de nos deitar. Vivemos no caos. Não precisamos ir a São Paulo ou Rio de Janeiro para viver o caos. O caos está aqui mesmo, debaixo de nossos narizes. Temos tiros nas ruas, pessoas esfaqueadas, mulheres estupradas, assaltos, seqüestros, mero vandalismo, poluição sonora e visual. Lixo nas ruas, cachorros, muito, mas muitos cachorros sujos e sarnentos, que mijam, cagam e cruzam no meio das pessoas. É o cúmulo. Resta-me reclamar e enfiar uma torta em minha própria cara, porque sozinho não posso fazer nada. Quando você olha ao redor e ver que o sistema falhou com todos, é triste… Você fica pensando em que mundo vive e no qual gostaria de viver. __ A cidade de Ponta Grossa está passando por um êxodo. Todos os meus antigos vizinhos tem pretensões de sair de lá o mais rápido possível. Algumas das avenidas principais são dominadas por placas de aluga-se e vende-se, retrato do comércio que mostra-se fraco e sem forças para reagir. Antes da negação, peço que reflitam sobre o poder populista e manipulador que os prefeitos conseguem com o uso da destruída máquina pública. Não há o que ser feito.
Brasília velha em uma das praças da cidade








