Na Capricho e na TV. É dificil controlar meu ego desse jeito
Transeuntes, informo-lhes que esta semana que se foi foi bem agitada. Reviravoltas mais violentas que acidentes de espaço-naves-balões. Mas desistir é para os fracos. Vamos à guerra. No dia 8 dei uma entrevista para o programa Com a Palavra, na TV “do Requião” Educativa. Era ao vivo! Gelo, gelo gelo. E por incrível que pareça nada constrangedor aconteceu. Quem me indicou pro pessoal de lá (Milana), foi o Rodrigo, do Tipos. Haverá recompensa. Só o papa sabe quando. O programa, rede nacional por cabo e local em Curitiba, trouxe uma grande quantia de visitantes. Surpreendente. Recomendo aos blogueiros. Tv traz bem mais visitantes do que qualquer mídia. Como se não bastasse para a semana, saiu eu na Capricho. As menininhas adoraram. Aliás, começaram a me reconhecer na rua! Sexta na clínica de dentição, uma das dentistas passou pra lá enquanto eu esperava e disse que havia me visto na TV. A garota que cuida das consultas olhou pra minha cara com cara de supresa e perguntou imediatamente “Você é famoso?”. Incrível como as pessoas seguem a a grande mídia. Imagina se tivesse feito uma ponta em qualquer novela da Globo. Ainda na clínica, na recepção, a garota estava lendo a Capricho. Eita coicidência do tamanho infinito. “Olha você aqui na revista!”
É para lograr mesmo
Hilário. Quero dizer, Alegria. Os políticos fazem cada coisa engraçada que passa em branco. Que pena que não temos blogueiros ligados nos Diários Oficiais Brasil a fora. Aliás, se insistem tanto que blog é um diário virtual, porque os governos não fazem blogs? Só para constar, também existe uma rua aqui em Curitiba chamada “O Brasil é para Cristo”. Adicional por tempo de postagem: Algumas páginas necessitam implantar RSS urgentemente! É o caso desta que publica os óbitos curitibanos. Postagem sem pé nem cabeça? Pois é, é que estou testando uma outra forma de publicação. Por Fissão Nuclear. =)

Fim de Jericho
Jericho é mais um enlatado norte-americano com muitos mistérios, enrolação e pouco mais de 20 episódios. Pois bem, esta série teve seu fim no episódio 22 (Why we fight) [Porque nós lutamos], exibido dia 9. Escrevi minhas impressões sobre Jericho quando estava lá pelo meio da série. Agora que acabou decidi fechar minha opinião. - Pessoas que não querem saber sobre o final da série não devem ler, tchau xuxa - Após todos os eventos desde a explosão de 21 bombas atômicas em solo norte-americano, Jericho se vê em guerra com os vizinhos de New Bern. Esta não é uma guerra por terras, por dinheiro, por gasolina ou doce de leite, é uma guerra pela sobrevivência. No último episódio centenas de New Bernenses marcham, via terra e trilhos, rumo à Jericho, muito bem armados. Um dos fhodões da cidade protagonista toma peito para destruir o trem e acabar com metade deles enquanto outro fhodão reúne um grupo de pessoas em um trincheira na estrada. Enquanto isso, uma moça que pensavasse estar falecida é encontrada pelo exército americano. Ela avisa que haverá uma guerra entre duas cidades, o coronel manda-a pastar. Porém, o superior do coronel tem o rabo preso com o desastre, e ao saber de Jericho, conclui que a última bomba não detonada deve estar lá. Go, and stop that war! E o episódio acaba. Chupe seu dedo, é o que a produtora da série diz pra você no final. A única guerra que se tem acesso é um áudio de tiroteio enquanto sobem os créditos. Que chulisse. Pois este é um retrato da imbecilidade. Aliás, analisando de perto percebe-se que a série não instigava há um bom tempo. Só a esperança mantinha o público. O interessante da série era justamente o mistério chocante. Que se desfez ao revelarem que foram mesmo terroristas os responsáveis pelos ataques, que coisa mais comum. Mas nem tudo são flores podres, aquela esperança que disse era mantida pelos seguintes fatos: Jericho começou com o que poderia ser uma idéia espetacular, e acabou focando muito em um personagem, destruindo o imaginário e por isso tornou-se mais uma qualquer. Contudo, valeu a pena.

Quem não tem cão caça com gato
Nem todos podem ter um carro pra dar zerinho. Então resta conseguir a manobra com o que se tem disponível, que no caso acima foi uma bicicleta. O tom do vídeo é ambíguo. Pode-se notar tanto o caráter hilárico - do cara não ter carro, ser pobre - quanto a habilidade que ele demonstra para conseguir aquilo - sendo o cara. - Aliás, aproveitando o termo gato posso contar uma coisa. Domingo por volta das dez da noite um gato caiu do sexto andar da pensão onde estou. Da minha janela pude ver ele no telhado da lavanderia, mexendo somente o rabo e miando de maneira muito engraçada. Mas estava vivo! Ainda não fiquei sabendo se ele morreu ou não. Disseram que perfurou o pulmão. Se for isso mesmo ele não deve ter se safado. Seis andares é uma altura considerável.
Net Vírtua SKAVURZKA seus usuários
Não faço a mínima idéia do que significa Skavurzka. Aliás, é coisa de russo, deve ser besteira. As únicas coisas que a Rússia tem de bom são as tenistas e a vodka. Acreditando ser um palavrão posso dizer que os usuários estão Skavurskando com a Net Vírtua. Já que não temos voz em call center - que, aliás, cobram a ligação - e nem em outras mídias, recorremos à internet. CRM 2.0(!), as empresas tem que começar a pensar nisso. Agora o relacionamento com o cliente é uma mão dupla sem filtros na voz do cliente. O vídeo que abre a postagem não é apenas um protesto insosso. É uma bela peça de comédia! E que orgulho da minha criaberação de imagem marcar presença nele.







