Ride!

Na Cefalônia, oito mil italianos morreram nas mãos do ex-aliado Alemanha. Coitados, foram enganados como o rato que vê o queijo servido pela ratoeira. Rato, proveniente da Ásia Central, globalizado pelas rotas comerciais. Ásia Central aonde ficam aqueles países de nome istão: Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Uzbequistão.

Tdjiquistão é o caçula. Dos seus seis milhões e quatrocentos mil e lá vai pedrada habitantes, somente dois porcento não sabem ler ou escrever ou ambos. Mas apesar da boa aparência se visto desse prisma, o Tadji (permitam-me a intimidade) é um país pobre.

Pobre é a pessoa desprovida de bens materiais. Geralmente, essa desproveniência material leva a pessoa humana à um estado pscicológico que define certas atitudes e comportamentos reprovados por pessoas ricas como o Sr Morróida. Porém, alguns pobres são limpinhos. Ser limpinho significa “honesto, bem comportado, e limpo”.

Queria voltar ao ratos e informar a taxa de ratos por habitantes do Tadji, mas acredito que a produção científica daquele país não tenha desenvolvido algo a respeito. Se desenvolveu, trancou no seu idioma alfabeto-cirílico.

Quase esqueço de informar a taxa de analfabetos do país em que moro: treze porcento. No meio deste país de analfabetos, certa vez nasceu uma ditadura militar com o objetivo de fazer sabão dos comunistas. Comunistas inimigos da América e dos Nazistas. América inimiga dos Nazistas e dos Comunistas. País onde moro amigo dos Nazistas e amiga da América e inimigo dos Comunistas. Talvez esse tenha sido o erro fundamental.

As relações diplomáticas acima citadas fazem parte do período de Guerra do Mundo (ou próximo), que felizmente não acontece de quatro em quatro anos.

Na Segunda Guerra do Mundo, foi que nossos queridos inimigos e depois amigos analfabetos italianos morreram encruzilhados pelos amigos e depois inimigos, ratos Nazistas.