Esse realmente deve ser um filme chato, nada original tirando o negócio da camera na mao… talvez eu assista só por esse detalhe, pois senão, prefiria assistir ao godzila mesmo.
[...] detalhe que nas fotos abaixo, só na explicação gráfica do Rafael Slonik, que desenhou o monstro e todo o ambiente que o circundava com esmero e detalhismo nunca antes [...]
tirando a primeira meia hora, e o último minuto, o meio é muito bom. as cenas de caos urbanos são as mais realistas que eu já vi… mas como ja disse, o começo e o final são um desastre maior que o monstro… :/
fevereiro 14th, 2008 at 12:44 am
Falou tudo: “Dispensável”
Aliás, consegui tirar a pedra que colocaram na frente da minha tumba e voltei a ativa!
\o/
fevereiro 14th, 2008 at 10:12 am
Esse realmente deve ser um filme chato, nada original tirando o negócio da camera na mao… talvez eu assista só por esse detalhe, pois senão, prefiria assistir ao godzila mesmo.
fevereiro 14th, 2008 at 5:05 pm
Nada a ver… O filme tem sim algo bom. Um dos melhores filmes de catástrofe.
fevereiro 16th, 2008 at 3:52 am
[...] detalhe que nas fotos abaixo, só na explicação gráfica do Rafael Slonik, que desenhou o monstro e todo o ambiente que o circundava com esmero e detalhismo nunca antes [...]
fevereiro 16th, 2008 at 6:59 am
Pfffffff….vai nessa.
fevereiro 16th, 2008 at 2:47 pm
tirando a primeira meia hora, e o último minuto, o meio é muito bom. as cenas de caos urbanos são as mais realistas que eu já vi… mas como ja disse, o começo e o final são um desastre maior que o monstro… :/