Perucas para sua gatinha (tire a bunda da cadeira e invente algo)
Ganhar dinheiro nesse mundo é fácil. É sério pessoal. Eu tenho vergonha por ter 20 anos nas costas e ainda não ter um milhão de dólares na conta do banco. O mundo é tão vasto e diversificado, o milagre do capitalismo é tão abençoado, existem trilhardares de oportunidades, e ainda não sou rico. Vejam o exemplo de uma moça chamada Julie Jackson: ela cria perucas para gatos. Tá, babaca né? Nada disso, é genial. Ela vende as perucas através do site Kitty Wigs, que ja saiu: Vocês conseguem ter noção de quão SIMPLES é ganhar dinheiro? As oportunidades estão correndo por aí, quando é que você (também vale para mim) vai pegar uma e ficar rico?
O pai de Isabella Nardoni e você
As crianças são os únicos verdadeiramente inocentes nesse mundo Ligo a TV e só passa sobre aquela menina que fora jogada do prédio. Diz o cara na padaria, no açougue, no supermercado, no churasco, na festa, em casa, na fila do banco, em qualquer local. Verdade que o caso ecoa em todos os canais, do jornaleco sensacionalista às grandes redes de TV. Não é a toa. Num filme que não recordo agora, milhões de pessoas param para assistir uma dúzia de pessoas lutando até a morte em uma ilha. Uma jornalista vai até a ilha entrevistar o produtor do programa, pergunta ao bilionário se ele não tem vergonha na cara ou coisa do tipo. No final do filme aparece a jornalista falando sobre o assunto, algo como: estou triste, mas não porque doze pessoas lutaram até a morte, e sim porque milhões de pessoas estavam interessadas em ver sangue. O caso da Isabella Nardoni retrata isso. Se não fosse a sede de sensacionalismo que o povo brasileiro tanto preserva em seu sangue, não haveria essa super exposição do caso. Na BandNews no dia de hoje, Ricardo Boechat pontuou: imagine o caso de este pai não ter culpa alguma, coloque-se no lugar dele nesse momento. E podem crer que, se o pai não for culpado, não haverá retratação para com o cidadão. O jornal que publicou “Para, pai; Para, pai” como manchete principal vai no máximo colocar uma reportagem. Devemos concordar com o fato que seria impossível recuperar o que este pai perdeu, sendo ele culpado ou não. Contudo, o jornal não é totalmente culpado. Mais para frente, quando o caso estiver resolvido, o povo nem vai lembrar direito, afinal estarão muito ocupados com outro assassinato cruel, ou com o Big Brother Brasil.
DO FUTURO: Fotos de navio encalhado em Paranaguá!
Meus queridos amigos, nossos representantes são engraçados. Estou acompanhando o plenário da Câmara Estadual do Paraná e confesso-lhes que os deputados são verdadeiros palhaços, nos fazem rir com tantas piadas em meio a problemas sérios. O porto de Paranaguá é comandado pelo IRMÃO do governador Roberto Requião. Até aí não teria problema, se o porto não estivesse com problema. O problema é o espaço em que os navios tem de passar, o Canal da Galheta. No início das operações do porto, esse canal estava com 200m. Hoje está com 90m! PROBLEMA! Segundo o Dep. Rossoni, para ser seguro um navio passar, é necessário 70 metros de cada lado, enquanto os navios de 40m estão passando na Galheta com 25m de cada lado. o.Õ Prevendo o invevitável encalhamento de navio, lá vão algumas fotos relacionadas.



novo-MUNDO meio abandonado
Exigiram que fosse publicado algo dizendo porque o novo-MUNDO anda tão mal atualizado. Pois respondo na lata: não estou com vontade. Ó que sacana ele, concordo. Esta falta de vontade nem é culpa da minha TV nova, do Wii, de esporte algum, de espionagem, dos estudos, de provas e trabalhos, dos meus cães, do barulho dos ônibus bi-articulados alí embaixo, dos muitos filmes que estou assistindo, dos lugares que tenho ido, e muito menos do falso-frio que tem feito em Curitiba. Essa falta de vontade um dia passa, daí esse blog melhora. =D Aliás, ontem assisti American Gun, que peguei na NetMovies, gostei bastante do filme, jamais poderia imaginar que o próprio pai foi quem matou a filha*. *Desculpa por ter contado o filme, mas você nem vai assistí-lo mesmo.
Onomatopéias
O que a Wikipédia diz: (…) onomatopéia designa expressões ou palavras cuja sonoridade imita a voz ou ruídos de objectos ou animais. Ao dizermos que um grilo faz “cricri” ou que batemos à porta e fazemos “toc toc”, estamos a utilizar onomatopéias. Aristófanes, na sua peça “As rãs”, faz uso de determinadas palavras que, no grego original, pretendem imitar o som desses animais - usa, portanto, uma figura retórica que é também de carácter onomatopeico. Agora é com vocês:
Qual é o som que o animal da foto está a reproduzir?







