O Zabijaniu (Não Matarás) - 1988 - Polônia
O filme retrata o funcionamento da violência e da justiça na fria, gélida, sem graça, Polônia socialista de 1988. O protagonista comete um assassinato (que eu não vi porque dormi nessa hora); então um advogado recém formado é designado para defendê-lo. Pena de morte. Matam o cara na forca (essa cena é que dá todo aquele 3 da nota para o filme). E penso que eu poderia ter nascido naquelas vielas socialistas de 1988 socialista da Polônia socialista. Meu avô veio do referido país, ADIVINHEM SÓ, fugindo do governo totalitário! Alguém aí pensou “por isso que ele odeia o socialismo e todas as suas manifestações?”. É. Subverting the binary roles of victim and murder, Kieslowski’s A SHORT FILM ABOUT KILLING represents a reality made by a multitude of forces–state, social, individual…– while at the same time making a film directly connected to a historical and ideological critique of capital punishment. A SHORT FILM ABOUT KILLING is not only a masterpiece of filmmaking; it was also an integral –and incidental–part of a national discussion which was responsible for halting death penalty sentences in Poland during the 1980s. Análise sobre o DVD (english)



[Trucando a Bíblia] O que nos diz o Salmo 1?
Inspirado pela postagem “Salmo 91 não protege contra minha macumba“, do amigo Carlito Barro Verde, irei postar (ou não) todos os salmos comentados no meu blog. 1 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores; 2 antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite. 3 Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará. 4 Não são assim os ímpios, mas são semelhantes à moinha que o vento espalha. 5 Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos; 6 porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz à ruína. Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará. BLASFÊMIA. Não importa onde a árvore está plantada. Sua folhas caem SIM. Se algum biólogo acompanha este blog poderia assinar embaixo por favor? Não são assim os ímpios, mas são semelhantes à moinha que o vento espalha. Na próxima terça-feira, o Salmo 2. Até lá!
Salmo 1
Vamos partir para a análise.

E se existir um céu com um Deus?
Já perguntaram muitas vezes se acredito em Deus. Respondo sempre com um “Coca-cola bem gelada é boa”, ou um “Pede mais uma cerveja pro garçom”. Minha visão é simples, odeio a mítica visão de Deus como um grande palermo que simplesmente existe e ama. Mas por outro lado toda essa energia do universo é alguma coisa. Não acredito em Deus e não desacredito Deus. Não sei se o Tal existe, assim como nenhuma pessoa viva. E por via das dúvidas… Morri. Todo aquele espetáculo de luz fluorescente, pessoas que já morreram - mais detalhes sobre o processo de morrer, postarei no dia 23 - e então finalmente chego a uma fila. Sou um morto brasileiro, espera o quê? Brasileiro e fila tem uma relação de amor e ódio, mas sempre estão juntos. Quando chega minha vez o Pedrão começa a tirar sarro: - Vejam quem chegou aqui. Rafael, aquele que não tinha crença no Senhor. Se arrepende de uma vida descrente, Rafael? - Pera lá cara. Isso aqui é tudo real? Morri e vim pra fila do céu? Existe Céu, Deus e Inferno? - Responde minha pergunta Rafael. A fila tem que andar. Detalhes sobre o Céu e Inferno você já leu na Divina Comédia. - Me arrependo. Deus me ama e eu amo Ele. Pedro manda um carimbo azul numa fichinha, me entrega, e diz para seguir até a próxima fila. Isso seria sensacional.
Um evangélico tentou me converter
Nem a um jogo de futebol do primo de 10 anos podemos ir em paz. Os evangelizadores estão por todo lado. Chatos, bagaças, palermos, intrépidos, rufoliços, tromendinos. Este pessoal que acedita estar salvando o outro quando lhe dá a opção de orar por uma pessoa que viveu há 2 mil anos. Jesus existiu, no meu modo de ver toda essa bagunça. Foi um cara muito persuasivo que começou nada menos do que a maior religião do planeta. É como se a cientologia daqui a dois mil anos fosse a religião dominante, Tom Criuse seria um dos profetas ;D. Aquela coisa de milagres, por mais tentador que seja no caso específico do vinho, é tudo efeitos especiais. Pois bem, o cara puxou papo falando sobre o governo. O segundo melhor gancho para se começar uma conversa - o primeiro é o velho “será que chove hoje?”. Papo tava bom até que começou um depoimento. Dizendo que a vida dele era de festas e farra. Mas nada deixava-o tranquilo. Até o momento em que começou a participar dos cultos. Ah, os cultos. Depois de uma hora de discussão, e 2 a 1 em campo, saí de perto do sujeito dizendo-lhe que jamais sairá da religião se a crença dele for real. Quem crê, não questiona, mas nunca terá uma verdade real. Torço para que ele não “creia” tanto, e que minhas palavras tenham plantado a dúvida na cabeça dele. Frase elaborada depois de pensar a respeito, será um bordãozito daqui para frente:

“Pessoa faz cagada na vida e depois diz que era por falta de Jesus no coração”
Filme do Speed Racer valeu
Judão recomendou. Assiti e passo a recomendação para frente. Speed Racer é um filme psicodélico com inovações (ou pelo menos parece) dos irmão Uachóvsqui, os caras que fizeram Matrix. Eu não esperava que pudesse ser bom, sinceramente, e o filme surpeendeu demais. 









