A mesma imagem

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Finalmente. Descobri um rumo para este blog. Em algum lugar da minha cebeça lá havia a certeza que n’algum dia eu descobriria um motivo para fazer isso rodar, um motivo para escrever (um motivo que não fosse dinheiro). Parece-me muito oportuno publicar para vocês este texto no primeiro dia de 2008 (às 0h 0 min), porque faltam menos de 20 horas para que 2007 seja reclassificado, passe a ser passado.

Antoine deixava-se levar por este novo mundo e disso tirava um prazer seguro: o prazer da liberdade agrilhoada, do seixar-se levar pela corrente que segue como um rio.

- Como me Tornei Estúpido, p. 112, Ed. Rocco

O novo-MUNDO é, além de uma loja de eletrodomésticos e um hotel carioca, um lugar na internet. Um país virtual, uma denominação para um conjunto de idéias agrupadas, um exercício de liberdade, é caminhar sem olhar para a estrada (e sem ter GPS, nem guia, nem nada). Simplificando: é uma tentativa de convencer as pessoas que não se deve levar a vida da maneira como ELES querem.

Quem são eles? Eles, o coletivo. (melhor quando a Kirsten Dunst interpreta)

É isso.

(Aviso: o autor deste blog não virou comunista, petista, tucano ou demoníaco. O autor deste blog não é nada, é ninguém. Dê seu feedback e o autor ficará muito grato)