Optimus Prime
1980’s

Hoje (Depois de tomar bomba)

Megatron
1980’s

Hoje (Depois da plástica)

Para ver também a comparação do Bumblebee, do Starscream, do Jazz e do Bonecrusher. Visite a página Transformers - Then & Now.
Dica do leitor Calebe
1980’s

Hoje (Depois de tomar bomba)

1980’s

Hoje (Depois da plástica)

Para ver também a comparação do Bumblebee, do Starscream, do Jazz e do Bonecrusher. Visite a página Transformers - Then & Now.
Dica do leitor Calebe

Bob Esponja. Dá até um fio de vergonha revelar que passei quase todo meu sábado e domingo travado na frente da tv jogando Bob Esponja: A Batalha pela Fenda do Bikini. Mas digo para alertar vocês do perigo deste jogo. Vicia. Que bom.
Antes você diz: “bah, mas nunca que vou jogar esta mherda”. Depois de 5 minutos jogando se esquece até que tem que se alimentar. É pior que jogatina de poker. Vício absoluto nível 9. E enquanto você não está com as 100 espátulas de ouro, não pára, a vontade só aumenta.
Para se ter idéia de como me aprofundei no jogo, percebi que os personagens são caricaturas de personalidades comuns que temos por aí.
► Bob Esponja é o cara feliz, sempre disposto a ajudar os outros sem pedir nada em troca. Eu conheço pessoas assim. Você também deve conhecer.
► Patrick é o melhor amigo. Burro ao quadrado. É daquele tipo que não está nem aí pro que acontece. O máximo que ele faz é olhar. Sujeito alienado-feliz. Certo momento do jogo a senhora Puff lhe agradece por uma tarefa cumprida, ele responde assim: “ãnh, você tem algumas bolachas aí?”
► Siriguejo é dono da lanchonete Siri Cascudo. Só pensa em dinheiro, tanto que no jogo ele troca a grana do Bob por espátulas de ouro (objetivo do jogo). No desenho fica bem claro: explora os funcionários e passa a perna até em criancinhas. Quase que me identifico, eia.
► Lula Molusco é o tal que acredita piamente que seu universo é regido por Murphy. Azarado ao extremo. Em minha opinião isso acontece com ele devido a sua maneira de encarar a vida. Sabe “pense negativo e sua vida será péssima”? Então, é isso.
► Sandy, esquilo e amiga do Esponja, é aquela pessoa alegre por fora mas uma bomba de nervos por dentro. Pise fora da linha e ela te empurra no abismo.
► Plânkton, o vilão, quer dominar o mundo da mesma maneira que o Cérebro: planos mirabolantes que nunca darão certo. Jamais será feliz porque só pensa em ferrar com a vida alheia ao invés de cuidar da própria.
Porém, não é só a relação com o universo real que me atrai no jogo. O universo fantástico das estórias do Bob Esponja desemboca em situações hiláricas (como diria uma professora minha). Os exemplos são muitos. Pra ter idéia, o vilão (Plânkton) cria uma máquina de criar robôs destrutivos - no jogo ele disse que até registrou patente - mas liga a máquina com uma alavanca no modo Don’t Obey (Não obedecer). A coisa é muito sem sentido. Show!
Se for além, dá para se divertir ainda mais. Há uma “fase” em que você joga nos sonhos do Bob Esponja e da patota. No sonho do Lula Molusco está o Siriguejo. Então o Bob se espanta: “O que você está fazendo no sonho do Lula Molusco?”. Adquiriu a mensagem?
Recomendo que joguem, mas como eu disse acima estou viciado e por isso minha opinião é duvidosa. Posso afirmar com absoluta certeza que este jogo se compara ao Super Mario World 3 de Super Nintendo, cada qual com sua época. Com esta comparação muitas pessoas vão entender do que estou falando. Mas como eu já repeti logo acima: minha opinião sofre recentes influências.
Ary Toledo é um dos maiores contadores de piadas do Brasil. Tá certo que suas piadas são sujas, mas o que importa é que são engraçadas demais. Encontrei no Youtube alguns vídeos dele contando piadas. Assista abaixo:
Um soldado americano resolveu encarar um bode em uma luta de cabeças. Confesso que há tempos - quase uma semana - não vi tão engraçado vídeo.
Indicado pelo leitor Feijó.

Igual o meu! Mas 5” polegadas a mais.
Um dos gurus gringos está fazendo um concurso no qual os blogueiros de qualquer canto tem a oportunidade de ganhar um monitor de 24”. Para participar basta linkar algumas coisas, como farei no parágrafo abaixo:
O blog John Chow dot Com, quer que linken-no com o texto: make money. Quem fizer isso, estará concorrendo a um puta monitor de 24″ wide screen LCD monitor! Esse espetacular concurso tem foi patrocinado por uma empresa de hospedagem, a BlueFur, hosting Canada.
Um segundo monitor WideScreen LCD ajudaria a aumentar a minha produtividade e postagens no novo-MUNDO. Segundo? Pois é amiguinhos. Resolvi comemorar meus 19 anos me dando de presente um monitor de 19”. Seria uma linda coincidência eu ganhar este concurso.

Essa história é verídica e aconteceu de verdade. Um garoto no supermercado parecia o cão. Estava cantarolando enquanto tentava se decidir qual doce iria pegar para extorquir os pais. Passei ao lado, peguei minha Ruffles e fui procurar outros itens.
Após alguns minutos eu estava me aproximando do caixa quando percebo um carrinho de supermercado vindo a toda velocidade. Olhei o destino: um display de garrafas de cerveja. O carrinho se aproximava com fúria desumana (afinal, não é humano mesmo) e a cada milésimo de segundo que passava podia-se ver a tragédia que seria aquele monte de cerveja quebrada.
Nada estava no caminho do enfurecido carrinho de supermercado. Nesse momento a mãe do garoto começava seu longo grito a meia velocidade - aqueles gritos de filmes, em câmera lenta. O garoto apenas levou as mãos à cabeça.
Olhei para o garoto, para a mãe dele, para as cervejas e para as costas da garota mais ali à frente.
-E agora? Pensei apavorado. Isso não pode acontecer!
Rezei para que as rodas daquele carrinho travassem. Não funcionou. Torci para que o display de cerveja assumisse seu lado animado e andasse. Não aconteceu. Mentalizei uma parede à frente do display. Nada apareceu.
O carrinho ainda não desistira da missão que lhe foi imposta pelo garoto. As cervejas estavam com o seu destino selado.
Não! Algo aconteceu! De algum lugar profundo do meu cérebro veio a idéia: coloque seu pé na frente! Sem esperar o crivo da minha razão e nem da visão, a ordem se cumpriu. Pháaah, foi o barulho. O display de cerveja fora salvo.
Entretanto, como todo vilão malvado que preste, o carinho assumiu uma nova direção: o display de revistas de fofoca. Desta vez não sobrou tempo para tanta história e as revistas foram lançadas dentro dum raio de dois metros.
Alguns dos funcionários se aproximaram para ajuntar as revistas enquanto o menino levava consecutivos tapas na cabeça, proferidos por sua mãe. Todos os presentes observavam a cena.
Antes de deixar minha posição e me dirigir ao caixa pude ouvir o garoto dizendo algumas palavras abafadas pelos violentos tapas de sua genitora:
- Mas no GTA não acontece assim. E eu me enganei!
Estou com preguiça de escrever uma descrição nova. Navegue no blog e descubra você mesmo.

