Comédia Brasil Inc.
Piada pronta de gaúcho
Investment Grade: nossa que coisa massa
Vamos para as ruas comemorar, a Padrões&Pobres corrigiu a provinha do Brasil e deu a nota BBB-, o que dá ao nosso ótimo país o título de GRAU DE INEVSTIMENTO. Quem ganha com isso é o pessoal que já tem muita grana. Vocês e eu continuaremos pobres malditos que precisam fazer compras PARCELADAS, como o miserável do Morróida que fez um carnê para pagar seu Fiat 147 amarelo. A indústria do automóvel vendendo MUITO e as cidades a cada dia mais entupidas, poluição atropelamentos acidentes. Mas fiquem felizes senhores, somos INVESTMENT GRADE. Crianças abusadas exploradas espancadas. Mas fiquem felizes senhores, somos INEVSTMENT GRADE. No final vai continuar tudo igual, o CAPITAL ESTRANGEIRO vem, empresta grana do BNDS, desvia um pouco, e vai embora na primeira crise que pintar.

PARABÉNS BRASIL!
Ronaldo e o Travesti
Esse vídeo tem uns pontos bizarros. 1) Se ele tem relações, se ele paga por relações; me desculpem mas isso não é crime. 2) Pessoa com problemas psicológicos. Coitado do felômeno. 3) Nem sabia que aquilo era travesti, longe de mim não saber distinguir. *** E estava comentando com o Cab, que mandou-me o link da reportagem no GloboEsporte.com, sobre os vídeos da Globo permitirem o Embed. Isso é fantástico. O player é melhor que o do Youtube, a qualidade é melhor, enfim, só faltam alguns movimentos de mais abertura para que o Globo Video se torne ainda melhor.
Terremoto no Brasil: deve ser culpa do Aquecimento
Nem pra derrubar prédio o Terremoto Brasileiro serve Como tudo que tem acontecido de novidades no planeta, o terremoto brasileiro deve ser responsabilidade do Aquecimento Global. CERTEZA. Só pode. Eu, infelizmente não senti nada tremer aqui em Curitiba. Sabia do ocorrido e desloquei-me para o centro da cidade o qual não foi atingido pelo bagulho louco. Fatos: o povo brasileiro está se tornando mais inteligente de modo que Deus vai tirando essa vantagem de “terra sem desastres da natureza”. A jogada de Deus aconteceu há centenas de anos em várias partes do mundo, só agora a tecnologia chegou ao Brasil. Daqui uns dez mil anos chegará na África. Se não antes o Lula quiser transferir gratuitamente esta tecnologia também. Enfim, as bundas vão caindo em desuso, os vulcões vão reativar, furacões vão rolar, treme terra, essas coisas básicas. Boa sorte!
Lan House é o point
Num trabalho de pesquisa, Vanessa Pereira decodifica situações e interações de uma lan house gaúcha. Quando seu computador estragou ela foi atrás de um local para poder ver emails, quando se deparou com a zona da lan, levantou para reclamar, mas ao invés de dar piti resolveu estudar o que estava acontecendo. Resumo O objetivo deste artigo é apresentar o processo de aproximação da pesquisadora junto a jovens de uma lan house da cidade de Porto Alegre, RS, Brasil. Visa descrever as características dessa casa de jogo em rede, sua localização no bairro, e o cotidiano dos jovens que a usam para jogar games pela Internet ou apenas como point de sociabilidade. Demonstra como os jovens configuram seus pertencimentos e intensificam seus laços sociais através das “folgações” (jocosidade), e das interações online no game Tibia. Alguns trechos do trabalho são hilários, ver pela perspectiva de uma pesquisadora de 30 anos o dia a dia de uma lan house frequentada por manos com certeza é interessante. Num momento ela descreve como as características dos frequentadores: O grupo de “campo de batalha” nos jogadores de Tibia é ainda um pouco mais coeso, são jovens de camadas populares, estudam no mesmo colégio (público), curtem o mesmo som (pagode, funk, hip-hop), usam as mesmas roupas (estilo esportista/surfista/hip-hop) … Abaixo uma tabela contando os apelidos do pessoal. E exemplificando o clima de amizade no qual a lan house é administrada: (…) o episódio no qual Tosco deu permissão para um dos amigos dormir por dois dias na lan porque havia se desentendido com os pais; Mas sem dúvida o trecho que mais ri foi o seguinte: Mesmo que me vestisse de forma parecida, tivesse assumido hábitos alimentares iguais aos deles (comi muita bolacha recheada, salgadinhos de pacote, refrigerante, balas, chicletes, rapadura), tivesse aprendido a falar como eles (com uma entonação toda especial nas frases e uso de gírias como “tá ligado?”, “bala”, “noob”, “tá loco”) eu era uma mulher de 30 anos metida no meio de jovens de 17. “Uma mulher de 30 anos metida no meio de jovens de 17″. PEREIRA, Vanessa Andrade. Entre games e folgações: apontamentos de uma antropóloga na lan house. Etnográfica, nov. 2007, vol.11, no.2, p.327-352. ISSN 0873-6561. *********** Documentário chamado “headshot” sobre lan houses.








