Educação com Aprendizado

Banda Larga do Governo

41769011DSC_9847SmilingMonkeyCROP Banda Larga do Governo

Eu que não comprei ações TELB4 da Telebrás, quando tive a oportunidade ano passado, quando ela ainda estava a R$0,27 (nos últimos dias chegou a deflorar a barreira dos três reais), tenho que contentar meu lado altruísta-social ao imaginar um Brasil todo conectado na internet.

Minha experiência com internet é um exemplo de como a visão de mundo pode mudar, e apesar de não termos informações de excelente qualidade disponível para todos, temos o básico que a maioria da população precisa para começar a se desenvolver.

Um Brasil conectado traduz-se em OPORTUNIDADE. Dezenas de milhões de brasileiros que hoje não tem acesso ou tem acesso limitado (através de lan-houses) poderão desfrutar de internet banda larga. Isso vai gerar um aumento de demanda absurdo, tanto de infra-estrutura como de conteúdo. Trabalho com este último e o cenário futuro é promissor demais.

Nos próximos anos o número de ferramentas que irão surgir na internet com toda certeza será maior que nos ano que passaram. Talvez tenhamos grandes novidades como foi o orkut há seis anos, ou o Gmail, ou outra ferramenta que hoje tenha muitos milhões de usuários. E quem sabe, alguma ferramenta do tipo pode ser criada por um brasileiro!

A internet já é uma corrida do ouro desde que foi implementada em nosso país, mas a banda larga popular pode ser uma grande área virgem, pronta para ser explorada de inimagináveis formas diferentes.

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sábado, fevereiro 20th, 2010 Educação com Aprendizado 2 Comentários

Power Point, competência essencial

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Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi (foto: ABr)

Nessa semana fiz e apresentei três Power Point’s. Na verdade o último será apresentado amanhã. Quando você está na faculdade, saber fazer apresentações no Power Point é essencial.

A coisa mais ridícula, entretanto, é ver slides como o que está sendo explicado pelo senhor Ministro. Mais de 4 itens em um slide, ou 6 linhas de texto, inviabiliza. Slide é um guia, e não algo para ser lido. Fora isso tem o pessoal com problemas em suas matrizes (ou seria matizes?) cromáticas: colocam fonte do texto escura com um fundo escuro. Dá nos nervos ver, isso se conseguir enxergar algo.

Então fica a dica pessoal, quando forem fazer vossos ppts, usem o máximo de bom-senso que conseguirem. Não quero vocês lendo slides lá na frente, rsrs.

Up1: O José lembrou de um vídeo ótimo:

quinta-feira, novembro 20th, 2008 Educação com Aprendizado 2 Comentários

Corrão! A polícia vem aí

Corrão

Mais uma dúvida gerada pelo Corrão, é bem por isso que o recurso linguistico caiu em desuso. ;D

Para terem uma noção de como é raro ver o uso disso – quem me ensinou, aliás, foi um velho professor de português, velho mesmo – vejam a imagem acima. O Carbono perguntou para a professora de interpretação de texto dele sobre o assunto e a mesma não conhece.

Talvez nem ensinem isso mais. Ou será que alguma dessas mudanças de regra o retirou da língua? mm1

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quinta-feira, outubro 9th, 2008 Educação com Aprendizado 3 Comentários

Como ser produtivo

Como ser produtivo

A foto resume a resposta para uma pergunta cada vez mais pertinente e presente no cotidiano dos trabalhadores: como ser produtivo?

Fazer o que tem que ser feito não é tão fácil quanto soa, mas é simples. Vai lá e faça. Existem n métodos de auxilio, mas nenhum irá funcionar se você não executar a tarefa que está na espera.

Imprimi esta imagem, colei na parede e vou fazer pelo menos uma coisa importante por dia. :)

Quem trabalha por conta própria PRECISA mais do que ninguém ser produtivo, porque o ganho no final do mês é proporcional.

terça-feira, outubro 7th, 2008 Educação com Aprendizado 1 Comentário

Superação

Murderball

Por indicação do Rodrigo Stulzer assisti o documentário Murderball – Paixão e Glória, que conta um pouco da vida dos jogadores de Pararugby. O foco da história está em Mark Zupan e Joe Bishop. Zupan é o cara da imagem acima, um dos principais jogadores do time norte-americano. E Joe, um ex-jogador norte-americano considerado o melhor de todos os tempos, é o técnico do Canadá.

Murderball Paixão e Glória Capa

Não tem como não se emocionar com a história, que é real, e aprender muito com ela. Com certeza é um exemplo extraordinário de superação e garra. Num momento do filme, Mark (se não estou enganado) diz: fiz mais em uma cadeira de rodas do que quando era “normal”.

Assim como o Rodrigo, recomendo com 5 estrelas ;) .

»» Link para baixar o filme via torrent. (Como baixar arquivos .torrent?)

Pelados da Bicicleta

Naked

“Em São Paulo, prevaleceu o falso moralismo hipócrita. Bundas na televisão às 3 da tarde, erotização de crianças de manhã e churrascos de domingo regados à “danças do créu” pode. Usar o corpo para expressar liberdade, não pode.”

Apocalipse Motorizado. Pelados em Portland.

Não tenho orgulho de ser brasileiro. As coisas nesse país funcionam de um jeito imbecil, e quando alguém vai contra, a ditadura desce com cacetetes (não há intenção de piada). Estamos em 64 ainda, vivemos em uma liberdade vigiada.

segunda-feira, junho 16th, 2008 Educação com Aprendizado Comentários desativados

Randy Pausch, lições de uma vida

Randy Pausch

Thanks Randy Pausch

Assisti a tal aula do professor que está com a corda no pescoço. Diagnosticado de câncer no pancreas, só tem mais alguns meses de vida, então resolveu fazer uma aula de despedida. Assisti o vídeo completo (youtube); acho espetacular que uma palestra tenha tanto significado. Nesses momentos vê-se o potencial humano.

Clica na foto dele para ir no As Novidades que postou a versão da Globo e a aula completa em inglês via Youtube.

“This was not for you guys, it was for my kids”

segunda-feira, maio 5th, 2008 Educação com Aprendizado 14 Comentários

Organizações que aprendem, aprendizado organizacional, uaréver

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IM LARNIN UR GANIZATION

Para complementar a aula de hoje – no meu célebro – vou escrever um pouco sobre Organizações que Aprendem. Learning Organizations, em inglês, para parecer mais bonito.

Então, vamos comigo: você é um funcionário de uma grande empresa e num belo dia há uma palestra na qual alguém explica que a partir de agora a empresa terá um Portal Corporativo, ou um Wiki, resumindo: Gestão do Conhecimento. Dizem que sua colaboração é de extrema importância, afinal você é um colaborador, A-HÁ!

No primeiro momento você vê aquilo como mais uma porcaria que um consultor qualquer está implantando na empresa. Depois disso há uma trifurcação:

a) no segundo momento você continua achando que aquilo não passa de mais uma baboseira;
b) você percebe que está colocando informações vitais para a manutenção de sua pessoa no posto de trabalho e começa a ficar com medo;
c) sua empresa só tem babacas, inclua-se, e a Gestão do Conhecimento vai por água abaixo;

Opções A e B são desinteressantes. Vamos tratar da B.

Nonaka e Takeuchi, dois japinhas espertos, defenderam que existe conhecimento tácito e explícito. Sendo o explícito aquele que tu consegue escrever.

Exemplo: como fazer um omelete? quebre o ovo, jogue na frigideira e pronto.

Conhecimento tácito é um pouco mais complicado e não pode ser transcrito.

Exemplo: andar de bicicleta. Você pode até descrever o processo de subir na bicicleta, mas jamais explica como funciona para ter equilíbrio, isso leva experiência. A-HÁ!

O fato é que, os autores orientais acreditam que a Gestão do Conhecimento é um processo que funciona como ganha-ganha entre empresa e funcionário porque a cultura deles permite. Japoneses geralmente ficam décadas no mesmo emprego, japoneses pensam no coletivo, japoneses fundaram a Yakuza.

O processo de Gestão do Conhecimento que aplica-se no Brasil acaba tendo que se adaptar a nossa linda e maravilhosa cultura. As pessoas tem medo de compartilhar todas as suas informações porque temem perder o emprego, por exemplo. Aí o que se faz é um processo de aprendizado matematizado: temos 30 conhecimentos aqui diretor, olha que legal. Ha ha ha.

Enfim, no texto que li, o autor comentava que se as pessoas tivessem a noção de quanto elas valem por conta de seus conhecimentos, não haveria empresa que pudesse arcar com salários. Outra afirmação dá conta da falta de atenção para a questão social da Gestão do Conhecimento, afinal o que as empresas ocidentais querem é se ver independentes até dos próprios funcionários.

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