
Cada cultura que cuide do seu rabo, mas os franceses valorizam o deles demais.
Quando há algumas décadas veio a revolução técnológica e o computador, eles criaram seus próprios aparelhos. Mesmo que tenha dado certo a tal “lista telefônica” que não lembro o nome, o computador conseguiu penetrar-se na França. Eles viram seu rabo sendo atacado
e correram para criar uma palavra para aquela máquina que era computer nos EUA. Ordinateur foi o rótulo escolhido.
Ultimamente mais e mais palavras americanas batem à porta de nossos computadores, e como é de se esperar, algumas são utilizadas como são e outras são adaptadas, vide podcast e deletar, respectivamente. Esta onda de palavras não abateria o nacionalismo - até certo ponto xenófobo - dos franceses, portanto criaram uma palavra para substituir podcast: baladodiffusion.
Que aberração, não é? Uma língua tão bela dar cria a uma palavra desajeitada e compicada é muito triste. O cognitivo dos baladeiros está na tentativa de descobrir qual é a dessa “difusão de baladas”, “deve ser irado!”.









Grande impasse existia na Grécia antiga, o Mundo da Filosofia estava no limbo, perdido vagava ao futuro, sem rumo e em direção ao especulativo. Sofistas, cegos pela arrogância, pregavam e debatiam desordenadamente. A falta de um planejamento estratégico gerava a inércia das ações dos pensadores. Vanguardistas e Conservadores patinavam nas trilhas do conhecimento. No meio de toda essa, porque não dizer, joça, eis que surge Platão com metralhadoras, e apresenta então para a Cultura helênica, a FILOSOFIA DE GUERRILHA. Capaz de driblar as altas barreiras de entrada da consciência humana com discursos ora retóricos, ora analíticos, mas sempre baseados na autoridade e no apelo popular. A dialética platônica teve então grande penetração, disseminando o saber sofístico, desta vez, de maneira ordenada, dando assim origem ao Pensamento Moderno Ocidental.



