Igrejas e Instituições Alienatórias
Um evangélico tentou me converter
Nem a um jogo de futebol do primo de 10 anos podemos ir em paz. Os evangelizadores estão por todo lado. Chatos, bagaças, palermos, intrépidos, rufoliços, tromendinos. Este pessoal que acedita estar salvando o outro quando lhe dá a opção de orar por uma pessoa que viveu há 2 mil anos. Jesus existiu, no meu modo de ver toda essa bagunça. Foi um cara muito persuasivo que começou nada menos do que a maior religião do planeta. É como se a cientologia daqui a dois mil anos fosse a religião dominante, Tom Criuse seria um dos profetas ;D. Aquela coisa de milagres, por mais tentador que seja no caso específico do vinho, é tudo efeitos especiais. Pois bem, o cara puxou papo falando sobre o governo. O segundo melhor gancho para se começar uma conversa - o primeiro é o velho “será que chove hoje?”. Papo tava bom até que começou um depoimento. Dizendo que a vida dele era de festas e farra. Mas nada deixava-o tranquilo. Até o momento em que começou a participar dos cultos. Ah, os cultos. Depois de uma hora de discussão, e 2 a 1 em campo, saí de perto do sujeito dizendo-lhe que jamais sairá da religião se a crença dele for real. Quem crê, não questiona, mas nunca terá uma verdade real. Torço para que ele não “creia” tanto, e que minhas palavras tenham plantado a dúvida na cabeça dele. Frase elaborada depois de pensar a respeito, será um bordãozito daqui para frente:

“Pessoa faz cagada na vida e depois diz que era por falta de Jesus no coração”
Bíblia impressa em Papel Higiênico!
Texto impresso em papel higiênico não é novidade, passar arte na bunda é uma idéia que foi pro papel. O interessante é ver uma empresa vendendo até textos da Bíblia em um papel higiênico! Site Oficial do Papel Higiênico Literário via blog da Raquelline
Contra-ataque à Igreja Católica
Ok. Apesar de ser inimigo declarado de vocês, Vaticano, eu estava quieto em meu canto. Mas agora que FICAR EXTREMAMENTE RICO é pecado de papel passado, eu vou atacar.
A lei da gravidade: foi grave
Acidente no interior de SC matou dois ocupantes de um táxi com placa do PR. Integrantes do grupo Reponte se salvaram.
Campo de distorção da realidade
Parece nome de algum sistema de manipulação de mentes de 1984, Neuromancer ou qualquer outra ficção, não é mesmo? Pois é esse o nome que dão para as ações do dono da empresa Apple, Steve Jobs. Hoje se deu o lançamento de vários novos produtos da empresa no evento Macworld, e mais uma vez detecta-se uma babaquisse em massa. Novas funções no celular iPhone, o notebook mais fino do mundo, uma caixa para assistir tv, enfim. Nenhuma nova idéia brilhante para qualquer pessoa normal. Mas para os nerds… Os nerds tiveram orgasmos. Steve Jobs falava no palco e a excitação do público (e de milhares de pessoas acompanhando pela internet) era crescente. Como se Jobs fosse Deus, e estivesse entregando chaves para o segredo do universo. Eu sou um nerd. Entretanto vendo toda a repercussão religiosa que a Apple cria, começo a acreditar que estou deixando de ser nerd. É bem verdade que o computador está na minha frente pelo menos 6 horas no dia. Porém deixei de tratar este objeto como algo santo, merecedor de fé. Enquanto muita gente se regojiza com as novas funções do iPhone, procuro entender qual o uso daquele objeto. Vejamos: o principal uso do objeto é se auto-consumir. Uma pessoa tem um iPhone pra mostrar para os amigos e para falar sobre? iPhone. A vida da pessoa começa a girar em torno daquele objeto. Dentro de casa, ao invés de ler um livro, ela lê blogs pelo iPhone. Em um ônibus, ao invés de conversar com pessoas ou simplesmente observar o mundo pela janela, ela está no MSN via iPhone. Todas as minhas tentativas de demonstrar coisas “lindas” que um aparelho novo pode fazer, foram frustradas. Com um iPhone, você só vai impressionar outros nerds. Pessoas normais irão lidar um pouco e no máximo irão dizer: legal. Objetos realmente úteis estão em extinção. Quando criaram um telefone móvel, isso foi inovação. O resto é uma auto-começão, um círculo vicioso, um looping gerado para estimular o consumismo desenfreado. Mas esta birra não é com a Apple. É com os fãs, que no fundo são apenas frágeis seres humanos manipulados pelo marketing do Grande Irmão.








