Existe uma “Teoria das Cordas”, que diz que nosso universo acaba e recomeça sempre, algo como, a corda estica até angariar a energia suficiente para causar um colapso e encolher, para depois esticar novamente…é um círculo vicioso, looping, chame como quiser.
A minha “Teoria das Cordas” é diferente e trata da humanidade, ao contrário da outra que diz respeito ao Universo. Há dois lados da corda, a Paz e a Destruição. Existem pessoas dos dois lados, cada um puxando com toda força que tem. Os atos que realizamos no dia-a-dia são a força, talvez seja até aquela mais conhecida, concebida na espetacular história de Star Wars.
Esta força que parte de cada um soma-se as forças de mesmo caráter, como em uma fórmula de física:
[F1+F2+F(...)] - [f1+f2+f(...)] = 0
Quando o resultado desta luta etá em “0″, estamos no estado ideal da corda. Porém nunca estamos com o contador nesta posição. Ele está em variação constante, ora com um número positivo, ora com um negativo.
Mas podemos ficar tranquilos enquanto a flutuação for mantida e o índice, positivo ou negativo, esteja em um valor reversível. Por quê?
Porque se descambar para a Paz ou para a Destruição, a corda encolhe, fim de jogo. E ninguém quer o fim. Então seguimos neste cabo de guerra invisível, torcendo para que as forças se anulem e possamos continuar vivos.
Isso justifica a necessidade de guerras, fome, hipocrisia, assim como precisamos de amor, solidariedade e compaixão. Temos que amar, mas o ódio ainda é importante.
E minha teoria tem bases empíricas, ou vai me dizer que qualquer coisa, em excesso ou falta, é bom?









