Motivação

Uma poesia

Moysés Paciornik (Foto: Gazeta do Povo)

O médico Moysés Paciornik morreu aos 94 anos de idade. Cidadão proeminente de Curitiba, segunda pessoa a ter a honra de receber o prêmio “Estado do Paraná”, o médico era reconhecido internacionalmente, e um defensor da posição “cócoras”. A Gazeta do Povo publicou uma matéria sobre sua morte, e nela colocou um poema escrito por Moysés em 2000.

Aprenda a Envelhecer sem Ficar Velho
Do livro Aprenda a Envelhecer sem Ficar Velho, escrito por Paciornik em 2000.

Cheguei, passei dos oitenta.
Culpa minha não foi.
Aconteceu.
Poderia não ter acontecido.
É tudo questão de sorte ou de azar.
Sorte, quando a vida é boa e o camarada tem saúde.
Azar?
Preciso contar?
Tive sorte.
Tomara vá assim, até o fim.
Por quanto tempo?
Tanto faz, o que tiver que ser, será.

Ler este poema me fez sentir algo bom, espero que apreciem como eu apreciei.

sábado, dezembro 27th, 2008 Motivação 2 Comentários

Racionalidade gente, racionalidade

bytcSZnfpgpc6pd2pQJx9xdqo1_500 Racionalidade gente, racionalidade

“Milhares viveram sem amor. Ninguém sem água.”

Viver o hoje como se fosse o último dia da sua vida é a coisa mais egoísta que você pode fazer. Pense nisso.

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via BigCityDreams.

terça-feira, novembro 25th, 2008 Motivação 5 Comentários

Frases Motivacionais por R$1,99 / cada

20081024230702 Frases Motivacionais por R$1,99 / cada

Encontrada no WHIt (We Heart It). Tão verdadeira a frase que fica a anos-luz daquelas clássicas que ouve-se em palestras de motivação do Prof Marins.

Para os que ainda não cumpriram o dispêndio de aprender inglês – classe vencedora, afinal os EUA estão indo à bancarrota, a moda agora é aprender Mandarim – o verso diz:

tudo ficará bem
no final.

se não estiver bem,
não é o final.

(autor desconhecido)

:)

sábado, outubro 25th, 2008 Motivação Comentários desativados

A Ponte

 A Ponte

Desde os tempos remotos o ser humano tenta entender como tudo é tudo, e num determinado momento chega um exemplar da espécie humana em uma ponte no meio de lugar algum.

Ponte simples de madeira com cipós, parecia firme e segura a ponto de aguentar uma mula na travessia. Mas o humano em questão – chamaremos este exemplar da espécie de José – José, travou as pernas ao chegar à entrada, deu passos laterais e posicionou-se a observar o comportamento da ponte.

Passaram-se dias e vimos que José conseguiu uma barraca, um fogareiro e um pouco de comida, talvez com os que passam a ponte diariamente, poucos, em silêncio, carregando coisas. Teria alguém ficado com pena da imagem daquele semelhante que estava sem-teto, ou ele teria dinheiro pelo qual trocou a barraca, os mantimentos e o pequeno fogão? Avançamos algumas dezenas de dias.

José agora tinha um caderno, anotações de todos os tipos, inclusive uns desenhos que podíamos interpretar como modelos da ponte. Sol, chuva, vento, podíamos ler palavras relacionadas ao tempo no pé desta folha. Havia também uma espécie de plano no canto da barraca, debaixo de algumas pedras todas de tamanho semelhante, o que José pretendia?

Chegamos bem cedo para não perder a eventual execução do plano de José. Como previsto, pegou o papel, que supomos ser a teoria da prática que seria executada, para, quem sabe, atravessar a ponte. José caminhou com aparência confiante até a beirada, esperou a mulher terminar de atravessar e começou a atirar pedras em locais distintos do trecho de travessia. Notável pontaria, as pedras colocaram-se simétricas meio para cá e para lá. E finalmente o momento em que esperávamos desde que nos postamos a observar José: a travessia.

Um pé, depois o outro. Dentro da ponte estava José, que balançou no balanço da ponte. E caminhou lentamente. Saboreou cada passo e cada centímetro cúbico de ar que lhe escorregava a face e também olhou para baixo, sem, no entanto, sentir náuseas, e por tudo que esperou, saboreou como ninguém a travessia, e vale destacar que deixou seu plano voar das mãos com destino incerto.

Próximo do meio da ponte, José viu que lá vinha uma mulher e sua mula. Seu estômago se fez era glacial, seu sangue ferveu, o coração não aguentaria, pensou ele. Olhou para o plano voando longe, tinha uma alternativa teorizada a respeito, talvez, precisava lembrar o que a situação demandava, não poderia apenas voltar, estava em dúvida no que resultaria tal ação, isso estava estampado na sua face desesperada. A mulher havia chegado à frente dele e falava algo inaudível. José fez uma pequena aproximação do cipó da lateral, a mulher puxou a mula que passou raspando no pobre medroso. Estava novamente no caminho como antes do incidente e resolveu continuar os passos.

Encontrou o fim da ponte e teve dúvidas para sair dela. Outra mulher poderia aparecer com sua mula, pensou nisso e firmou seus pés na terra do outro lado da ponte. Fez a travessia, José conseguiu, e ficamos orgulhosos da conquista de um ser humano qualquer em lugar algum. Fomos nos afastando enquanto José apreciava o outro lado. O tempo desenrolou rápido, pois já não tínhamos interesse em fatos breves.

A surpresa acometeu-nos quando olhamos por um último instante para José, estava voltando para a saída da ponte, agora lhe era entrada. Pôs os pés a passar madeira a madeira, chegou à sua barraca.

Por dias, José tramava algo em seu caderno. Mas não nos restava tempo para cuidar desta missão, era outro desafio deste ser humano que cabe a outrem cuidar. Tchau José.

Após cinquenta anos uma brecha permitiu uma visita ao local da ponte. Muitos seres humanos lá estavam a deslocar-se entre prédios do lado de cá e de lá. A ponte agora era feita de pedras e no local da barraca de José havia uma grande casa. Estava José dentro dela a tratar com outros homens de negócios referente a melhoramentos na ponte. Segurava um caderno aberto nas últimas folhas, aquele velho caderno que havíamos acompanhado José a escrever, e podíamos ler algum plano, e concluímos o que realmente foi a tarefa de José naquele local, naquela ponte.

José levou centenas de dias para estudar a ponte, copiou um trecho da sua lista de coisas a serem checadas naquele papel que carregou na primeira travessia, entendeu todo o funcionamento daquela remota região de lugar algum, escreveu no seu caderno planos para construir uma grande cidade em volta da ponte, o fez por cinquenta anos. Sabíamos que José faria algo da sua vida, sabiamos que naquela barraca José esperava para fazer alguma coisa, mas jamais pudemos imaginar, sequer propor, que este humano poderia, ter sonhos maiores do que si próprio.

 A Ponte

créditos das imagens: tuppus, Gaetan

segunda-feira, outubro 20th, 2008 Motivação Comentários desativados

Odeio dormir

Gato zormindo

Nas últimas semanas tenho odiado esta obrigação biológica essencial, dormir se configura num tempo ocioso no qual não posso trabalhar ou fazer coisas, e isso me incomoda. Já pensaram no tempo que se perde dormindo?

Joga aí 6 horas, poucos conseguem dormir mais que isso na nossa sociedade. Em um mês de trinta você passa 7 dias e meio dormindo. Um quarto do mês. É muita coisa.

Tentei fazer dia de 30horas, acordado 24h e dormindo 6, mas cansa demais e os horarios não batem com as conveniências sociais (tipo o sagrado 7h30 da universidade). Uma professora que tive dizia dormir apenas três horas por noite, mas deve ser caô dela, o corpo não aguenta isso por muito tempo.

Na Wikipédia tem muita informação boa sobre o Sono, inclusive uma que li esses dias em um livro, sobre a necessidade de horas versus idade. Quanto mais velho, é preciso menos tempo dormindo.

Talvez o problema com o sono seja a falta de condições ideais, nunca tive luxo nesse ponto, durmo em qualquer lugar, mas parece que isso está mudando. Então como acabar com o barulho do trânsito? Que nem de madrugada acaba? Alguém aí usa ou sabe onde tem pra vender (e se é eficaz) aqueles “fones” de ouvido para tapar o som?

Sono ruim causa um dia ruim. Se o meu problema for com o barulho da rua imagino que muita gente deve sofrer do mesmo mal. A consequência é um bando de mal-humorado no trânsito, no ponto de ônibus, na faculdade, trabalho, etc.

Vou testar formas de isolar o som no meu sono, e se melhorar recomendo por aqui.

segunda-feira, agosto 4th, 2008 Motivação 8 Comentários

Whos your Daddy, Benny Benassi – Versão não-censurada!

Lembram-se do tributo techno musical feito aos pornôs dos anos 70 pelo Benny Benassi?

Sim, leitores incautos. Garganta Profunda e demais clássicos da película receberam uma homenagem que vem bombando nas pistas há um bom tempo. Você provavelmente conhece a música, mas ainda não viu o clipe:

Caso já tenha visto o clipe – e muita gente viu – vai adorar a cereja desse post.

A versão não-censurada. Enjoy.

Link para a perdição

Bônus Track – Russian Girls

Traduzir piadas: FAIL

Falha. Língua Portuguesa

quinta-feira, março 13th, 2008 Motivação 8 Comentários

Ostracismo, do grego…

Ostracismo

Ronaldinho está ficando de lado. É bom ele saber o que significa essa palavra.

terça-feira, março 11th, 2008 Comédia Brasil Inc., Motivação 5 Comentários

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