Universo com Buraco Preto
3 anos de vida
Três anos postando neste blog para conhecer exatamente o que eu buscava. Para definir minha missão com ele.
Agora está claro como uma manhã de sol sem nuvens na beira da praia. Todos os blogs que estão atualmente sob a rede novo-mundo.org tem a simples e inteligente missão de ajudar os leitores. Seja levando dicas e idéias, seja falando de informação, seja especulando qualquer coisa.
Quando começei este blog, o objetivo principal era registrar o que eu encontrava na internet e queria mostrar aos amigos. Depois de muito apanhar, comecei a aprender a dinâmica da blogosfera e a aparecer no meio. Como todo blogueiro que começa a aparecer um pouquinho, eu achava que tinha opinião e deveria escrevâ-la, egocentricamente.
Estava errado, o blog entrou em crise, mas sempre passam três dias, este blog ressucitou.
O longo caminho me ensinou muito, o mais importante é que os outros blogs são pessoas, e não simplismente blogs. O texto, o layout, a linha editorial, tudo carrega um traço de personalidade do autor que está por trás de cada blog. Pouco a pouco vamos conhecendo as pessoas com quem trocamos e-mails e comentários, trackbacks e elogios. Fazemos amigos.
Três anos se foram. Três anos que não voltam mais.
Vou fazer algumas mudanças aqui, manterei os endereços normalmente, assim como o endereço do feed RSS, a principal mudança fica por conta do nome. A partir de hoje, este blog chamar-se-á “n-m LOG” simplismente, ainda que “novo-MUNDO” continue valendo, e servindo de subtítulo.
O slogan “O mundo não muda. Mudam o mundo” morre. Pois o mundo é mais dinâmico do que isso, mudando constantemente, sendo mudado e vice-versa.
Aguardem novidades, novo blog, experiências, idéias.
Para finalizar, deixo alguns versos para meu blog:
Parabéns pra você.
Nesta data querida.
Muitas felicidades,
muitos anos de vida.
Teoria das Cordas
Existe uma “Teoria das Cordas”, que diz que nosso universo acaba e recomeça sempre, algo como, a corda estica até angariar a energia suficiente para causar um colapso e encolher, para depois esticar novamente…é um círculo vicioso, looping, chame como quiser.
A minha “Teoria das Cordas” é diferente e trata da humanidade, ao contrário da outra que diz respeito ao Universo. Há dois lados da corda, a Paz e a Destruição. Existem pessoas dos dois lados, cada um puxando com toda força que tem. Os atos que realizamos no dia-a-dia são a força, talvez seja até aquela mais conhecida, concebida na espetacular história de Star Wars.
Esta força que parte de cada um soma-se as forças de mesmo caráter, como em uma fórmula de física:
[F1+F2+F(...)] - [f1+f2+f(...)] = 0
Quando o resultado desta luta etá em “0″, estamos no estado ideal da corda. Porém nunca estamos com o contador nesta posição. Ele está em variação constante, ora com um número positivo, ora com um negativo.
Mas podemos ficar tranquilos enquanto a flutuação for mantida e o índice, positivo ou negativo, esteja em um valor reversível. Por quê?
Porque se descambar para a Paz ou para a Destruição, a corda encolhe, fim de jogo. E ninguém quer o fim. Então seguimos neste cabo de guerra invisível, torcendo para que as forças se anulem e possamos continuar vivos.
Isso justifica a necessidade de guerras, fome, hipocrisia, assim como precisamos de amor, solidariedade e compaixão. Temos que amar, mas o ódio ainda é importante.
E minha teoria tem bases empíricas, ou vai me dizer que qualquer coisa, em excesso ou falta, é bom?
Controle do Conhecimento

Temos uma transmissão imaginária do futuro, diretamente do Museu da História da Mídia. Neste filme podemos conhecer os fatos que levaram um ícone da mídia ao chão, The New York Times has gone offline.
http://www.multi-blog.net/-load/EPIC/
Esta peça extraordinária foi me apresentada em uma resposta no amigável Yahoo! Respostas.
Com ela eu descobri como o Google pode ser mais perigoso do que está se tornando. Prometo que vou pesquisar a respeito, ao menos um livro eu ainda escrevo, ficção de preferência.
Obs: Se você não sabe inglês não adianta perder seu tempo, são dez minutos de narração.
Quem somos nós?
Um amigo que faz psicologia me falou sobre o tal filme, “Quem somos nós, assista, é muito bom!”. Coicidentemente um colega lá do curso de GI me falou que havia assistido a um filme muito louco, um tal de Quem somos nós. Dvd emprestado, filme assistido, gostei e recomendo.
Não é exatamente um filme, daqueles com históriazinha, está mais para Documentário; sobre Física Quântica.
Diversos estudiosos da área passam de forma superficial o conceito de Física Quântica, até porque, dizem eles, quanto mais se estuda esta área, menos definido ficam as coisas, pois que, é a ciência das possibilidades.
E que possibilidades? Todas. Alguns dos conceitos apresentados divagam sobre a idéia de que vivemos no vazio, explicando a estrutura dos átomos, mostra que o núcleo é uma ínfima parte de matéria, e a eletrosfera é pura energia que some e aparece constantemente, e para onde iria a parte que some?
Outra coisa intrigante seria a possibilidade de afetarmos as coisas a nossa volta, e os argumentos, aliados a alguns efeitos especiais, convencem.
Se você é um daqueles que não compreende o mundo e a realidade, e busca alguma verdade, por mais científica e complicada que ela seja, assista esse filme.
I Want the Truth
Há uma conspiração.
Ou você é o único que não consegue estabelecer uma ligação entre sa guerras, doenças e o livre arbítrio?
É tão claro que os objetivos de acontecimentos mundiais se entrelaçam complexamente para te manter ocupado. Em 1984 todos trabalhavam para o partido, hoje, todos trabalham para o sistema. Salvo a maioria, que não presta pra nada. Opa! Prestam sim, quando se juntam tem a função de dar ibope e outra função que também é comum aos que tem conhecimento do sistema: consumir.
E qual seria a saída? Tornar-se um eremita? Mas e se muitos quiserem? Há a possibilidade de um eremita ter um vizinho?
Que tal sonhar com Marx, o sistema vai cair! Sabe como? Não. Pois é, de nada adianta.
A vida continua, todos andam para frente, seguem o que é conveniente, todavia entendem que algum dia o fim chega e leva mundo ao (*).
Se fosse tão fácil quanto tomar um remédio vermelho e libertar-se para sempre do mundo que não nos compreende, enquanto não é, escrevo para esquecer o que tenho que viver, talvez dia razão venha tornar capaz minha mente para enxergar a verdade. Espero.
Além de produto do acaso, acostume-se a ser nada
Deixei um comentário para o CrisDias, no post “O Meio”, citado no Carreirasolo. Gostei tanto dos comentários deixados por lá que resolvi publicar o meu aqui também. Mas não deixem de visitar o post por lá para entender bem do que se trata.
É que amamos um mundo no qual nunca iremos sequer pisar.
Essa frase resume a essência do que venho pensando nas últimas semanas. Todos gostariam de fazer amigos, montar negócios lucrativos, beber do mel da felicidade ao ver as pessoas te reconhecerem, mas infelizmente esse é um mundo que não existe, e nunca vai existir.
No passado também não existiu este lugar. A empresa de Steve é linda e maravilhosa, porém, essa visão não passa de uma mágica que o marketing faz com a cabeça das pessoas. Faz acreditarem que o mundo é belo e esconde o objetivo essencial daquela iniciativa empresarial, que é ganhar dinheiro.
Não há pote de ouro no final do arco-íris.
Complementando: o ser humano é produto do acaso, de uma evolução dentre muitas bilhões que aconteceram. Iremos viver até nós mesmos destruirmos o planeta. Aí acaba a raça e o universo fica em paz.








