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	<title>Comentários sobre: 1 ponto negativo para o Governo do Paraná</title>
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	<description>Brasil, terra da Fantasia</description>
	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 21:20:30 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Rafael Slonik</title>
		<link>http://novo-mundo.org/log/geral/1-ponto-negativo-para-o-governo-do-parana.html#comment-164547</link>
		<dc:creator>Rafael Slonik</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 12:24:42 +0000</pubDate>
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		<description>Total</description>
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		<title>Por: Anderssauro</title>
		<link>http://novo-mundo.org/log/geral/1-ponto-negativo-para-o-governo-do-parana.html#comment-164507</link>
		<dc:creator>Anderssauro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 06:30:21 +0000</pubDate>
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		<description>O_O</description>
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	<item>
		<title>Por: Zatti</title>
		<link>http://novo-mundo.org/log/geral/1-ponto-negativo-para-o-governo-do-parana.html#comment-159955</link>
		<dc:creator>Zatti</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 15:01:01 +0000</pubDate>
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		<description>Para conhecimento em geral:
Cara Chefe do Setor de Editoração,
ROSI GLÓRIA ZANDONÁ LOPES SALOMÃO.
Finalmente obtenho uma resposta que dá fim à questiúncula, levanta por mim, aliás.
Fico sabendo que o "parecer desfavorável à edição foi levado à votação e decidiu-se pela aprovação do parecer do Conselheiro. Parecer aprovado".
Todas aquelas informações recebidas anteriormente, como "não vem ao encontro dos propósitos deste órgão de cultura" - que entendi como resposta absurda, já que a SEEC, tem o fito primordial de preservar e divulgar a cultura tinguí, paranista, paranaense, parananiana... da terra dos pinheirais...
Aproveito o ensejo para informá-la que o Conselheiro que analisou o texto está vergonhosamente despreparado para a função, já que não conhece os regionalismos/léxicos paranistas, ou então vejamos:
Para embasar sua conclusão, relacionou uma série de vocábulos que considerou impróprios à preservação e/ou resgate de nossa identidade, de nossa cultura tradicional:
1)	Palavras de uso corrente em nossa Pátria – língua portuguesa – interpretou-as como sendo do linguajar gauchesco: “brasido, charla, cruza, estancieiro, guaiaca, herdada (de herança), solilóquio, solito, tapuio”, todas constantes nos dicionários Michaelis (Melhoramentos), Brasileiro (Britannica) e Dicionário Escolar (Ministério da Educação).
2)	Listou vocábulos constantes no “Dicionário Sociolingüístico Paranaense”, de F. Filipak, editado pela Imprensa Oficial do Paraná, como sendo somente do linguajar do RS: “piá, matear, guaxo, matungo, vizindário, fatiota, vianda, cincha, coxilha, lombilho, china, pilchado”.
3)	Diminutivos em “ito” (trotezito, igualzito, passito) em vez de “inho”, do linguajar típico da Comarca de Curitiba como nos ensina o acadêmico da APL, Francisco Filipak (boletim do IHGPR, nº LIV, de 2003), e o primeiro autor paranaense, Salvador José Correia Coelho, em “Passeio à minha terra” de 1844, o analista, equivocadamente, considerou gauchismo.
4)	Até palavras inexistentes no texto foram arroladas pelo membro do Conselho, para justificar seu parecer contrário à edição: “serralho, viajanda, guaiaca ferrada”.
5)	Aas palavras “estância” e “ginetaço”: A primeira é de conhecimento geral, em nosso meio, mesmo que de uso regional. A segunda corresponde ao superlativo de “ginete” e, que na falta de sinônimo no vernáculo pátrio, é usual em textos técnicos ou literários, estrangeirismos/universalismos, como “mouse, cáspite, curriculum, paranismo, overdose, celebret, dies, ok...”. Ainda, sobre “ginetaço”: o sufixo “aço” forma substantivo que pode exprimir efeito, aumento... (cansaço, mulheraço, ricaço, ginetaço...).
6)	Para ilustrar, o conselheiro apartou um texto onde aparece a palavra “sentada” significando parada inesperada do cavalo que galopa. Novamente cabe o exposto no item anterior, já que não há sinônimo para aquele vocábulo.
7) Questionou até o "mui", forma sincopada de "muito" em uso corrente na época focada, usado por José de Alencar e Eça de Queiroz (para citar apenas dois literatos de nossa língua).
8)	Esforçou-se sobremodo, mas equivocadamente, o conselheiro, para descaracterizar minha obra.
Lamentável a escolha do tal figura que, até se envergonha de seu próprio parecer, ao não assiná-lo, e com razão, pois não sabendo o significada da palavra "solilóquio", deve ser um intelectual que fala muito com seus botões.
Por fim lamento pelos transtornos causados à Ouvidoria Geral, que foi envolvida pela falta de objetividade de vossa parte.
Saudações Paranistas!
Carlos Zatti
Escritor
_______________________________________________________________
Nota: Paranista, não do Paraná Clube, mas defensor do PARANISMO.
_______________________________________________________________ 
   

-----Mensagem original-----
De: Secretaria de Estado da Cultura [mailto:seec@pr.gov.br] Enviada em: quarta-feira, 23 de julho de 2008 11:06
Para: carlos.zatti@uol.com.br
Assunto: Re: Fale Conosco

Em resposta à solicitação do Ouvidor da SEEC/PR, sobre o protocolado número 9.547.447-0, o que temos a colocar é o seguinte: o solicitante requereu a apreciação do Conselho de Editoração, para a publicação de um trabalho de sua autoria, CEVANDO O MATE NOS CAMPOS GERAIS. A obra foi encaminhada para análise, na reunião realizada no dia 22/08/2007 e retornou com o parecer de um dos Conselheiros, na reunião do dia 13/11/2007, segundo consta em ata:
"9.547.447-0 - Cevando Mate nos Campos Gerais  de Carlos Zatti. Parecer desfavorável à edição, sendo levado à votação, decidiu-se pela aprovação do parecer do Conselheiro. Parecer aprovado".
Como é de praxe, foi enviado ao autor a decisão do Conselho, em correspondência datada de 19/11/2007, e o parecer do Conselho, a pedido, foi enviado posteriormente, em 07/12/2007.
A equipe do Setor de Editoração da Secretaria de Estado da Cultura, se coloca à disposição do interessado para outros esclarecimentos necessários, pessoalmente na Rua Ébano Pereira, 240, ou pelo telefone 3321-47-38.
Atenciosamente
Rosi Lopes Salomão
Chefe do Setor de Editoração da SEEC/PR</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para conhecimento em geral:<br />
Cara Chefe do Setor de Editoração,<br />
ROSI GLÓRIA ZANDONÁ LOPES SALOMÃO.<br />
Finalmente obtenho uma resposta que dá fim à questiúncula, levanta por mim, aliás.<br />
Fico sabendo que o &#8220;parecer desfavorável à edição foi levado à votação e decidiu-se pela aprovação do parecer do Conselheiro. Parecer aprovado&#8221;.<br />
Todas aquelas informações recebidas anteriormente, como &#8220;não vem ao encontro dos propósitos deste órgão de cultura&#8221; - que entendi como resposta absurda, já que a SEEC, tem o fito primordial de preservar e divulgar a cultura tinguí, paranista, paranaense, parananiana&#8230; da terra dos pinheirais&#8230;<br />
Aproveito o ensejo para informá-la que o Conselheiro que analisou o texto está vergonhosamente despreparado para a função, já que não conhece os regionalismos/léxicos paranistas, ou então vejamos:<br />
Para embasar sua conclusão, relacionou uma série de vocábulos que considerou impróprios à preservação e/ou resgate de nossa identidade, de nossa cultura tradicional:<br />
1)	Palavras de uso corrente em nossa Pátria – língua portuguesa – interpretou-as como sendo do linguajar gauchesco: “brasido, charla, cruza, estancieiro, guaiaca, herdada (de herança), solilóquio, solito, tapuio”, todas constantes nos dicionários Michaelis (Melhoramentos), Brasileiro (Britannica) e Dicionário Escolar (Ministério da Educação).<br />
2)	Listou vocábulos constantes no “Dicionário Sociolingüístico Paranaense”, de F. Filipak, editado pela Imprensa Oficial do Paraná, como sendo somente do linguajar do RS: “piá, matear, guaxo, matungo, vizindário, fatiota, vianda, cincha, coxilha, lombilho, china, pilchado”.<br />
3)	Diminutivos em “ito” (trotezito, igualzito, passito) em vez de “inho”, do linguajar típico da Comarca de Curitiba como nos ensina o acadêmico da APL, Francisco Filipak (boletim do IHGPR, nº LIV, de 2003), e o primeiro autor paranaense, Salvador José Correia Coelho, em “Passeio à minha terra” de 1844, o analista, equivocadamente, considerou gauchismo.<br />
4)	Até palavras inexistentes no texto foram arroladas pelo membro do Conselho, para justificar seu parecer contrário à edição: “serralho, viajanda, guaiaca ferrada”.<br />
5)	Aas palavras “estância” e “ginetaço”: A primeira é de conhecimento geral, em nosso meio, mesmo que de uso regional. A segunda corresponde ao superlativo de “ginete” e, que na falta de sinônimo no vernáculo pátrio, é usual em textos técnicos ou literários, estrangeirismos/universalismos, como “mouse, cáspite, curriculum, paranismo, overdose, celebret, dies, ok&#8230;”. Ainda, sobre “ginetaço”: o sufixo “aço” forma substantivo que pode exprimir efeito, aumento&#8230; (cansaço, mulheraço, ricaço, ginetaço&#8230;).<br />
6)	Para ilustrar, o conselheiro apartou um texto onde aparece a palavra “sentada” significando parada inesperada do cavalo que galopa. Novamente cabe o exposto no item anterior, já que não há sinônimo para aquele vocábulo.<br />
7) Questionou até o &#8220;mui&#8221;, forma sincopada de &#8220;muito&#8221; em uso corrente na época focada, usado por José de Alencar e Eça de Queiroz (para citar apenas dois literatos de nossa língua).<br />
 <img src='http://novo-mundo.org/log/wp-content/plugins/smilies-themer/MSN-Messenger/msn_hot.png' alt='8)' class='wp-smiley' /> Esforçou-se sobremodo, mas equivocadamente, o conselheiro, para descaracterizar minha obra.<br />
Lamentável a escolha do tal figura que, até se envergonha de seu próprio parecer, ao não assiná-lo, e com razão, pois não sabendo o significada da palavra &#8220;solilóquio&#8221;, deve ser um intelectual que fala muito com seus botões.<br />
Por fim lamento pelos transtornos causados à Ouvidoria Geral, que foi envolvida pela falta de objetividade de vossa parte.<br />
Saudações Paranistas!<br />
Carlos Zatti<br />
Escritor<br />
________________________________________ _______________________<br />
Nota: Paranista, não do Paraná Clube, mas defensor do PARANISMO.<br />
________________________________________ _______________________ </p>
<p>&#8212;&#8211;Mensagem original&#8212;&#8211;<br />
De: Secretaria de Estado da Cultura [mailto:seec@pr.gov.br] Enviada em: quarta-feira, 23 de julho de 2008 11:06<br />
Para: <a href="mailto:carlos.zatti@uol.com.br">carlos.zatti@uol.com.br</a><br />
Assunto: Re: Fale Conosco</p>
<p>Em resposta à solicitação do Ouvidor da SEEC/PR, sobre o protocolado número 9.547.447-0, o que temos a colocar é o seguinte: o solicitante requereu a apreciação do Conselho de Editoração, para a publicação de um trabalho de sua autoria, CEVANDO O MATE NOS CAMPOS GERAIS. A obra foi encaminhada para análise, na reunião realizada no dia 22/08/2007 e retornou com o parecer de um dos Conselheiros, na reunião do dia 13/11/2007, segundo consta em ata:<br />
&#8220;9.547.447-0 - Cevando Mate nos Campos Gerais  de Carlos Zatti. Parecer desfavorável à edição, sendo levado à votação, decidiu-se pela aprovação do parecer do Conselheiro. Parecer aprovado&#8221;.<br />
Como é de praxe, foi enviado ao autor a decisão do Conselho, em correspondência datada de 19/11/2007, e o parecer do Conselho, a pedido, foi enviado posteriormente, em 07/12/2007.<br />
A equipe do Setor de Editoração da Secretaria de Estado da Cultura, se coloca à disposição do interessado para outros esclarecimentos necessários, pessoalmente na Rua Ébano Pereira, 240, ou pelo telefone 3321-47-38.<br />
Atenciosamente<br />
Rosi Lopes Salomão<br />
Chefe do Setor de Editoração da SEEC/PR</p>
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