Cavalo rindo

Se tudo ocorrer bem, esta série chamada “Conversas de ônibus” que começa aqui não vai durar muito, porque vou comprar um carro. Se ficar na média eu só compro o carro no final do ano. Se piorar, vou criar um blog para relatar o que presencio dentro de um ônibus.

Enfim, num dia dessa semana que passou, por volta das 7 da madrugada a caminho da faculdade ouvi um cidadão cabeludo, estudante veterano de economia, profetizar à uma caloura:

A sociedade que Marx imaginou é perfeita. Tudo seria do estado. Todos trabalhariam no que gostam e iriam ganhar o mesmo. O excedente de produção pertenceria ao estado. É perfeito.

Ri, olhando para a estufa do Jardim Botânico aqui de Curitiba, e pensei que aquele cabeludo é um exemplar típico de que falei num texto recente sobre o Bush.