
O filme retrata o funcionamento da violência e da justiça na fria, gélida, sem graça, Polônia socialista de 1988. O protagonista comete um assassinato (que eu não vi porque dormi nessa hora); então um advogado recém formado é designado para defendê-lo. Pena de morte. Matam o cara na forca (essa cena é que dá todo aquele 3 da nota para o filme).
E penso que eu poderia ter nascido naquelas vielas socialistas de 1988 socialista da Polônia socialista. Meu avô veio do referido país, ADIVINHEM SÓ, fugindo do governo totalitário! Alguém aí pensou “por isso que ele odeia o socialismo e todas as suas manifestações?”. É.



Subverting the binary roles of victim and murder, Kieslowski’s A SHORT FILM ABOUT KILLING represents a reality made by a multitude of forces–state, social, individual…– while at the same time making a film directly connected to a historical and ideological critique of capital punishment. A SHORT FILM ABOUT KILLING is not only a masterpiece of filmmaking; it was also an integral –and incidental–part of a national discussion which was responsible for halting death penalty sentences in Poland during the 1980s.
Análise sobre o DVD (english)













3 protocolos sobre esta medida
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Maria Thereza
por isso que você tem esse nomezinho bacana né shlônik?
Escrito no dia 14/5/2008Rafael Slonik 2
Só me chamam pelo sobrenome. Até passei a assinar assim.
Escrito no dia 14/5/2008Henrique Artur Wint
Viva o capitalismo \o/
Chamar pelo sobrenome da ’status’. E isso começa no Ensino Médio. Começaram a me chamar no EM pelo meu sobrenome (que dizem ser diferente/engraçado) e eu peguei o mesmo costume.
Escrito no dia 14/5/2008Posts sobre o mesmo assunto que esse, ou quase:
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