Da bestialidade humana
Se você é usuário do Twitter (com o pequeno adendo: se você é usuário DECENTE do Twitter e não mero seguidor de celebridades, sub-celebridades e pseudo celebridades [mais um adendo: ou um colorido sem noção que acha que o mundo se resume a restart e cine]) percebeu a briguinha besta de duas quase-celebridades que pudemos assistir na rede hoje.
Sem pormenores (e tampouco sem explorar ainda mais o não-conteúdo), reflito: o Twitter é uma ótima ferramenta de comunição, uma ótima ferramenta para saber de shows, um canal de comunicação absurdamente legal para bandas e até serve para fazer amigos, mas não posso negar que também é a vitrine do mais absurdo tipo de espécies que podemos encontrar. Tem de tudo, desde acéfalos até pessoas que acham que sabem de alguma coisa.
Acredito que ao usar a ferramenta, deveríamos ter a mão algo do tipo “você tem certeza absoluta de que quer falar esta besteira?”, pois tamanha é a quantidade de besteiras que se fala (e aqui não me isento. Sou do tipo que consegue postar mais de 100 tweets facilmente durante um único dia e já beiro os 10 mil em menos de cinco meses de utilização mais frequente) que o Twitter, em breve, vai perder a razão de existir. De duas, uma: ou melhoramos o conteúdo que lá se produz ou assistiremos o fim da rede mais inteligente criada nos últimos tempos.

