Em agosto milhares de manifestantes saíram nas ruas de Londres e outras cidades da Inglaterra para protestar, na ocasião muitas pessoas de má índole aproveitaram para saquear lojas e destruir patrimônio público e privado. Na época até falou-se em bloquear o Facebook e outras redes sociais no país para terminar com os protestos.
O ano era 2008, mês de setembro, quando a gota d’água que faltava fez o copo da economia dos Estados Unidos transbordar. A bolsa despencou com força, o medo se generalizou, e todos correram para investimentos mais seguros (dólar e títulos dos EUA). Procura maior, preço sobe. O reflexo foi sentido em todo o planeta, no Brasil, o dólar disparou 13% em um mês, e “pegou de surpresa” muitas empresas que gananciosamente tinham operações atreladas ao dólar, “apostas” de que a moeda continuaria caindo.
Duas grandes empresas que sentiram a pancada foram a Sadia e a Aracruz (hoje nenhuma das duas existe, a primeira se juntou com a Perdigão no grupo Brasil Foods, e a segunda se aliou a Votorantim Celulose e Papel para formar a FIBRIA).
As empresas estão envolvidas em operações com derivativos [de câmbio], que geraram prejuízos e abalaram a credibilidade das empresas exportadoras no mercado acionário. As ações das duas companhias foram as que mais caíram na sexta-feira: Sadia PN teve forte queda de 34,83% e fechou cotada R$ 6,60; Aracruz PNB despencou 15,81%, cotada a R$ 7. [O Globo]
Bilhões de reais “sumiram” da noite para o dia. Milhares de investidores lesados por atos irresponsáveis.
Certamente não foi a primeira vez que uma crise pegou “de surpresa” grandes empresas. E é claro que não vai ser a última. Aliás, passaram-se três anos e a notícia que se vê hoje é esta: “Alta do dólar pega indústria no contrapé“.
Se a reviravolta do mercado de câmbio não for um ponto fora da curva como na crise de 2008, as empresas vão sofrer com a alta dos insumos importados e das despesas financeiras em dólar. Companhias relatam que os custos já estão subindo à medida que faturam os insumos nos portos. Até agora, optaram por absorver a alta dos custos com redução do lucro, mas, se o real ficar acima de R$ 1,80, os reajustes serão incontornáveis, com consequências para a inflação.
Aí a inflação sobe, nós pagamos mais caro, e toda aquela bola de neve vem aí chicoteando a bundinha dos mais fracos.
Lembre que dias atrás o problema que causava inflação era o Real forte. Parece piada.
Mais 45 bilhões. Esse é o valor que o governo pretende conseguir criando mais um imposto em nosso país. Em matéria para o Estadão, Ideli Salvatti não fez rodeios em afirmar que o governo já pensou em dezenas de formas para um novo imposto, e que irá insistir nisso até conseguir.
Já se falou em taxação de grandes fortunas, bebidas, cigarros, remessa de dinheiro para o exterior, royalties do petróleo e até em legalização do jogo. A presidenta Dilma tem pedido muito cuidado porque estamos vivenciando uma crise internacional, que será prolongada. Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro.
As cidades mais resilientes do mundo. Que é isso!? Nessa lista, as cidades foram escolhidas em relação ao equilíbrio ecológico que mantém ao passo que cresce a urbanização da mesma.
Curitiba fica em segundo lugar por causa da emissão per capita de CO2 e e do sistema de prevenção de enchentes:
2 – Curitiba, Brasil - Além dos atributos já mencionados, foi considerado também o plano de prevenção contra enchentes implementado na cidade na década de 70, por meio da criação de parques ao longo dos rios e canais do município.