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Inglaterra bane protestos por 30 dias

O ocidente se gaba de uma liberdade que não existe, está aí mais um exemplo: está proibido por 30 dias marchas e protestos em cinco bairros de Londres. Quem desrespeitar será detido, multado e processado pelo governo.

Em agosto milhares de manifestantes saíram nas ruas de Londres e outras cidades da Inglaterra para protestar, na ocasião muitas pessoas de má índole aproveitaram para saquear lojas e destruir patrimônio público e privado. Na época até falou-se em bloquear o Facebook e outras redes sociais no país para terminar com os protestos.

O povo do Irã manda um olá.

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Efeitos da alta do dólar: burro é aquele que não _ _ _ _ _ _ _

O ano era 2008, mês de setembro, quando a gota d’água que faltava fez o copo da economia dos Estados Unidos transbordar. A bolsa despencou com força, o medo se generalizou, e todos correram para investimentos mais seguros (dólar e títulos dos EUA). Procura maior, preço sobe. O reflexo foi sentido em todo o planeta, no Brasil, o dólar disparou 13% em um mês, e “pegou de surpresa” muitas empresas que gananciosamente tinham operações atreladas ao dólar, “apostas” de que a moeda continuaria caindo.

Duas grandes empresas que sentiram a pancada foram a Sadia e a Aracruz (hoje nenhuma das duas existe, a primeira se juntou com a Perdigão no grupo Brasil Foods, e a segunda se aliou a Votorantim Celulose e Papel para formar a FIBRIA).

As empresas estão envolvidas em operações com derivativos [de câmbio], que geraram prejuízos e abalaram a credibilidade das empresas exportadoras no mercado acionário. As ações das duas companhias foram as que mais caíram na sexta-feira: Sadia PN teve forte queda de 34,83% e fechou cotada R$ 6,60; Aracruz PNB despencou 15,81%, cotada a R$ 7. [O Globo]

Bilhões de reais “sumiram” da noite para o dia. Milhares de investidores lesados por atos irresponsáveis.

Certamente não foi a primeira vez que uma crise pegou “de surpresa” grandes empresas. E é claro que não vai ser a última. Aliás, passaram-se três anos e a notícia que se vê hoje é esta: “Alta do dólar pega indústria no contrapé“.

Se a reviravolta do mercado de câmbio não for um ponto fora da curva como na crise de 2008, as empresas vão sofrer com a alta dos insumos importados e das despesas financeiras em dólar. Companhias relatam que os custos já estão subindo à medida que faturam os insumos nos portos. Até agora, optaram por absorver a alta dos custos com redução do lucro, mas, se o real ficar acima de R$ 1,80, os reajustes serão incontornáveis, com consequências para a inflação.

Aí a inflação sobe, nós pagamos mais caro, e toda aquela bola de neve vem aí chicoteando a bundinha dos mais fracos.

Lembre que dias atrás o problema que causava inflação era o Real forte. Parece piada.

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Ideli Salvatti deixa claro a intenção do governo em criar imposto para a saúde

Mais 45 bilhões. Esse é o valor que o governo pretende conseguir criando mais um imposto em nosso país. Em matéria para o Estadão, Ideli Salvatti não fez rodeios em afirmar que o governo já pensou em dezenas de formas para um novo imposto, e que irá insistir nisso até conseguir.

Já se falou em taxação de grandes fortunas, bebidas, cigarros, remessa de dinheiro para o exterior, royalties do petróleo e até em legalização do jogo. A presidenta Dilma tem pedido muito cuidado porque estamos vivenciando uma crise internacional, que será prolongada. Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro.

Preparem vossos bolsos.

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Mas vamos esquecer os problemas, hoje é sexta-feira, dia de dançar e curtir

Um dos melhores conselhos que a internet tem: dancem macacos, dancem.

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Curitiba, mais uma vez, entre as melhores cidades do mundo

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As cidades mais resilientes do mundo. Que é isso!? Nessa lista, as cidades foram escolhidas em relação ao equilíbrio ecológico que mantém ao passo que cresce a urbanização da mesma.

Curitiba fica em segundo lugar por causa da emissão per capita de CO2 e e do sistema de prevenção de enchentes:

2 – Curitiba, Brasil - Além dos atributos já mencionados, foi considerado também o plano de prevenção contra enchentes implementado na cidade na década de 70, por meio da criação de parques ao longo dos rios e canais do município.

As listadas são:

  1. Copenhague (Dinamarca)
  2. Curitiba (Brasil)
  3. Barcelona (Espanha)
  4. Estocolmo (Suécia)
  5. Vancouver (Canadá)
  6. Paris (França)
  7. São Francisco (EUA)
  8. Nova Iorque (EUA)
  9. Londres (Inglaterra)
  10. Tokio (Japão)

via Blog Empresa Verde

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