Aí sim Harry Potter seria o melhor filme do ano
Imagina se o velho barbudo fosse trocado pelo Zach Galifianakis então…
Credits to Thewlis Rox.

Imagina se o velho barbudo fosse trocado pelo Zach Galifianakis então…
Credits to Thewlis Rox.
É comum os palestrantes dizerem frases impressionantes, com o intuito de explodir a cabeça da platéia. No começo da faculdade eu assistia pelo menos uma palestra por semana, até que aos poucos fui levado a pesquisar algumas das coisas que os caras falavam, e então minha frequência de palestras assistidas caiu até chegar ao atual número de zero.
Lápis não é uma boa ferramenta na gravidade zero, ele solta poeira, e pode quebrar. Você não gostaria de sentir pó de grafite entrando nos seus olhos, não é mesmo?
Além disso, a caneta “espacial” jamais foi construída pela NASA, e sim por uma empresa de capital privado. O cara por trás da caneta é Paul C. Fisher, que depois de gastar mais de um milhão de dólares para desenvolvê-la, a vendeu tanto para os americanos quanto para os soviéticos. A primeira encomenda foi de 400 canetas em 1967 para a NASA por $2.95 cada.
O site Snopes.com ressalta que o objetivo da lenda, entretanto, faz sentido: às vezes utilizamos de meios complexos demais para resolver problemas simples. Podemos estender a moral da história e dizer que por vezes os palestrantes tentam ser mais interessantes do que são coletando informações na internet sem ao menos checá-las, e que cabeças explodidas nem sempre espalham miolos.
A caneta espacial Fisher custa $14.35 na Amazon.
Posso até reutilizar a foto do post anterior:

Esse é o meu sorriso ao ver os novos convocados.
‘O que tememos é que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso, de repente, faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem’, diz o professor Thomas Baldwin, outro membro da academia.
‘Uma questão fundamental é se o fato de povoar o cérebro de um animal com células humanas pode resultar em um animal com capacidade cognitiva humana, a consciência, por exemplo’, diz o relatório.
O professor Martin Bobrow, principal autor do relatório, sugere o que chama de ‘prova do grande símio’: se um macaco que recebeu material genético humano começa a adquirir capacidades similares a de um chimpanzé, é hora de frear os experimentos.
Do G1.

O pop é mais pop.