Quem não sonhou em ser um jogador de futebol?

E eu blogando. Vida maldita.
vi’As Novidades.


E eu blogando. Vida maldita.
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Logo que se formou administrador de empresas na federal, Jorge conseguiu um puta empregão. R$3200 com muitos benefícios, o que não é para qualquer um. Ainda mais importante se levar em conta que fez a Universidade numa situação muito difícil. Tinha que passar noites em claro colocando trabalhos de colegas nas normas da ABNT para poder juntar grana do xerox de amanhã.
A situação foi difícil até quando arrumou um estágio mea-boca. Pagavam tão pouco que mal dava para comprar algo para beber quando ia no RU, tinha que se saciar com a água mesmo.
“Aqui, neste momento no qual nos formamos, quero contar uma história sobre ligar os pontos” – disse no discurso que fez na noite da formatura. Havia visto o vídeo do Steve Jobs, usou muitas referências dele. Fez um paralelo da sua vida pessoal com a vida daquela classe, disse que juntos eles venceram todas as barreiras e que “devemos acreditar em nossos sonhos”.
Ele acreditara nos sonhos. Desde a primeira aula que ministrei para aquele garoto, sabia que isso aconteceria.
Vinte anos após formado encontrei-me com Jorge, separado da esposa, ele divide sua vida entre trabalhar para ter uma vida de classe média, ver os filhos no final de semana e beber toda noite em um bar perto da sua casa.
- Não pode ser. PROFESSOR, é você?
- Jorge, Jorge, que surpresa encontrá-lo aqui! Temos muito para conversar caro amigo.
- Desde que o senhor foi para Glasgow nunca mais conversamos. Dezessete, faz uns dezessete anos.
A vida de Jorge parece medíocre. O que o mantém vivo são os dois garotos. Contou que por duas vezes havia tentado suicídio batento propositalmente com o carro em um poste. Nas duas saiu apenas com ferimentos leves. Perguntei-o sobre os sonhos, onde estariam todos aqueles sonhos do garoto que tanto se esforçava?
“Alguns foram realizados, outros modificados, outros esquecidos. Sabe qual o problema Professor? Eles esquecem de nos mostrar histórias de fracassos, para aprendermos com erros alheios. Sempre ficamos sabendo de milhares de casos em que a determinação, esforço e perseverança de uma pessoa fizeram-na conquistar todos os seus sonhos. Mas onde ficam aquelas pessoas que não conseguiram se sair bem? Hã?”
Cumprimentei Jorge mais uma vez para me despedir. Um abraço apertado traduzindo a angústia que vivia aquele homem. Meu aluno ensinou uma lição. Onde estão as histórias de fracasso?

Três dias no ano acontece esse fenômeno conhecido como Manhattanhenge: o sol se põe como se estivesse perfeitamente alinhado com os prédios. Mais informações na Wikipédia em inglês. E na página do Flickr em que a foto foi postada.
NUSS. Bêbado foi atropelado em cheio e saiu ileso. loko
O vídeo tá com um atraso no áudio, mas nada que interfira na diversão.
via Bulico Doido.

Mundo pré-Google
// Iria publicar outro texto falando de blogs, sites e vacajiras afins. Desisti por enquanto. Foi para os Rascunhos
Talvez você nunca tenha ouvido falar de um buscador chamado Google! Não é um dos grandes do mercado de Buscadores. A oração anterior me parece tão, tão, tão sei lá. Para mim o Google existe desde sempre, não imagino um mundo sem Google e Internet. Mesmo tendo vivido nele. ;D
Tal frase achei em um artigo que convida a experimentar essa nova ferramenta bem interessante que apareceu na internet. Artigo em inglês escrito por um bibliotecário americano de nome Brian Sinclair, em 1999 (cof cof, pela poeira).