Suricates PESCANDO

Suricates PESCANDO

Nem sempre alerta!

Quem é que não curte dar aquela boa pescada, ainda mais nesses dias quentes? Quase dormindo aqui na frente do computador lembrei desse video, que provavelmente será a coisa mais engraçafofa que você verá hoje.

Filme Par Perfeito: o mundo dentro da cabeça das mulheres é diferente

Filme Par Perfeito: o mundo dentro da cabeça das mulheres é diferente

O mundo dentro da cabeça das mulheres é totalmente diferente da realidade. Fui assistir esse filme aí, Par Perfeito, num dia em que estava irritado. Confirmei duas coisas: a primeira é que odeio gente; e a segundo é as pessoas são imbecis na sua maioria.

Vou começar criticando o cinema do Shopping Palladium de Curitiba: não dá para erguer o apoio de braço que há entre as poltronas, as poltronas fazem MUITO barulho, e se você coloca o pé na poltrona da frente vem um funcionário CHATO pedir pra tirar (VAI À MERDA! No Cinemark eles não ligam tanto). Mimimi sobre as coisas inanimadas presentes na sala do cinema, e agora sobre as coisas animadas. Aqueles imbecis fazendo barulhos.

Adolescentes são IMBECIS por natureza. Quando vão em grupo no cinema ficam piores, querem aparecer e ficam de gritinhos e risadas histéricas. Eu, já muito irritado, comendo meu frango empanado em formato do pipoca e tomando refrigerante, relaxei na poltrona barulhenta e comecei a curtir o filme.

Não de todo mal, o filme tem uma atriz qualquer com peitos bonitos. Ela faz papel de uma mulher certinha com pai rígido e mãe engraçada e bêbada. A família está indo para as férias em Nice, na França. Já na França, dirigindo uma Ferrari, está o Aplusk, que faz personagem de agente secreto assassino mega fodão matador pegador.

A mulher dos peitos encontra com o Aplusk no elevador, ele sem camisa, os adolescentes no cinema gritam igual bichas vendo Glee, a moça fica igual uma imbecil sem jeito, e permanece dentro do elevador que volta para a recepção do hotel. Ela sai caminhando e ele atrás. Blá blá ele conversa um pouco e chama a moça pra jantar blá blá.

Eis que eles saem, jantam e vão até um clube qualquer, NAONDE a mulher enche a cara. Chegam no hotel, e ele gentilmente a coloca para dormir e senta na poltrona. Tá, porque é claro que um cara não iria querer praticar o animalesco ato do coito. Saem no outro dia novamente e já se tornam apaixonados, ele diz que confia nela e ela nele. WHAT THE FUCK NÉ NÃO ZÉ BORNEL?

Ele conhece os pais dela e diz ao pai da moça que pretende SE CASAR com ela. Nesse ponto as mulheres no cinema sentem um frio na barriga enquanto os homens (que sabem por uma deixa do roteiro que ainda nem rolou sexo entre o casal) pensam em como resolver aquele problema do trabalho de amanhã.

Passam-se três anos, eles estão casados e ele abandonou a vida de agente secreto mega fodão para ser um marido feliz com uma vida feliz. Então em um dado momento alguns assassinos toscos vem atrás do cara para matá-lo, blá blá blá, sobrevive, blá blá blá final feliz ela grávida blé.

As únicas coisas que prestam no filme são: o imponente bigode do pai da moça, o carro e a morte do primeiro assassino e os peitos da atriz protagonista.

O que esse filme mostra para nós, homens, é uma das verdades mais horrendas do mundo moderno: o mundo dentro da cabeça das mulheres é totalmente diferente da realidade. Dentro da cabeça dos homens homossexuais também (principalmente autores de novelas da Globo).

Enfim, se tiverem a oportunidade de fugir do tal filme, o façam. Senão, compre bastante comida e enjoy your lanche dentro do cinema enquanto o lixo passa na tela.

NOTA: 1/10

Para você que vai viajar no Feriadão de 7 de Setembro

Passagens aéreas a preço de banana e carros com financiamentos eternos, resultado? O CAOS DO INFERNO OF HELL.

Esse post é para você que

já reservou a grana da alcatra e da skol,

que já escolheu uma promoção da webjet no Melhores Destinos,

que quer estrear seu carro novinho em folha,

que vai levar a tia Odete para Matinhos,

visitar a avó,

e tantos mais programas divertidos e interessantes!

Dissabores da vida cotidiana

Dissabores da vida cotidiana

Lendo sobre o uso descabido do Juizado Cível Especial para ações de Danos Morais, uma frase de um jurista qualquer me chamou a atenção e não sai dos meus pensamentos, “dissabores da vida cotidiana“. Segundo ele, muitas das ações de danos morais que são propostas poderiam não acontecer caso as pessoas fossem mais respeitosas e tolerantes umas com as outras.

A individualidade para um ser que é social

O culto da individualidade é claro na sociedade em que estamos inseridos (estamos eu e você, que temos acesso a internet, computador, provavelmente cinema e outras doutrinas ocidentais). Os dias passam e para não encostar no outro, para não olhar nos olhos do próximo, criamos barreiras que se fortalecem ainda mais quando objetos são acoplados a nossa existência. Desde nossas roupas que dizem se temos mais dinheiro e seguimos o gosto daqueles que tem mais dinheiro ainda, passando por fotos em diversos lugares de férias e clubes noturnos, até aquele objeto chamado carro, que praticamente nos faz seres biomecânicos.

Somos ensinados, e sabatinados com avisos a todo momento, que ter é importante. A posse nos faz pessoas, e quanto mais posses, melhores seremos. Entrar em uma loja e não levar nada é vergonhoso, os vendedores tratam as pessoas como um porquinho de moedas, que chacoalham até que saia algo. Se não sair, logo perdem o interesse e ficam emburrados. Nas ruas, carros maiores e mais potentes querem mais espaço, e querem mostrar velocidade, se impor. Quem tem mais, tem mais direito. Na política também, as concessões são dadas conforme as posses de quem solicita. Mais direitos para quem tem mais. Na televisão, a programação é cravada de anúncios, e tudo se pinta como necessário, tenha para viver.

Agressão ao ter é agressão ao ser

Chegamos ao ponto que uma agressão qualquer aos objetos que a pessoa possui, objetos que se ligam a individualidade dela, configura um ataque à pessoa. Um pequeno acidente de automóvel é como se fosse uma briga de punhos, as vezes leva à luta corporal com atitudes descabidas. Se o xuxu pula o muro, reclama-se da pessoa vizinha por não manter as suas plantas longe das nossas. Uma imagem, uma fotografia, ganha status de propriedade e seu uso é restrito para não ferir a individualidade. Os exemplos são muitos.

Pequenos dissabores então ganham importância, e as pessoas recorrem a Justiça para arbitrar seus problemas do cotidiano.

Lembro que no texto, o autor citava o exemplo de uma mulher que, proibida de entrar em uma festa por não estar com o calçado adequado, entrou com ação de Danos Morais contra a organização do evento afirmando que havia passado por situação vexatória que marcaria o resto dos seus dias. Vamos acordar! Pelo que resta de bom senso! Não é possível viver assim, dependente de uma instituição para decidir a respeito dos nossos pequenos problemas. Cadê a conversa, cadê o contato humano, a tolerância, cadê nosso lado social? Somos seres sociais e sobrevivemos por milhares de anos por causa dessa característica, a individualidade tem que permanecer restrita ao nosso íntimo, associar objetos à nossa individualidade não é o caminho correto de convivência, entretanto, infelizmente, é o que está acontecendo.

Tolerância? Bom senso? Dissabores da vida cotidiana são muitos, mas superáveis através da sociabilidade que nos é inerente. Colocar nossa individualidade em uma latinha, e correr como um cão medroso para os braços de instituições não irá nos fazer felizes. Vamos tolerar mais, ensinar através de atitudes que ser social é, pelo menos tentar, entender o outro.

Essa dica pode não ser interessante para você. Mas para mim foi e por isso resolvi compartilhar. Essa ideia que tem me acompanhado pelo trânsito, pelas calçadas, através das pessoas e por outros lugares está me fazendo mais feliz, fazendo com que o bom senso apareça com mais frequência, e acima de tudo, me fazendo sentir uma pequena parte do todo, da humanidade.

Como funciona o golpe por telefone

Como funciona o golpe por telefone

Já ouvi falar e conheço pessoas que já receberam ligações de golpes de vagabundos. Mas nunca tinha ouvido, eis que o Mução ligou para um desses canalhas e deu corda. Ouve aí:

I Am Arrows – Nice Try

Coisa do @Lyster.

Página 1 de 54612345678910203040...Last »